voltar

Blog > 0 a 01 mês

Como a maternidade modifica o cérebro das mães?


Aquele famoso instinto maternal da qual tanto ouvimos falar não é força de expressão: pesquisas científicas comprovam que a maternidade modifica o cérebro da mamãe, desde o final do período gestacional. Estudos relacionados a esse processo biológico não só ajudam a ciência a entender o que motiva o cuidado que as mães dispensam a seus bebês, como também auxiliam no tratamento de alguns problemas psíquicos que podem decorrer, como por exemplo, a depressão pós-parto.


De fato, o tamanho do cérebro da mamãe aumenta logo após o parto. Em 2010, uma pesquisa da Universidade de Yale realizou tomografias computadorizadas no cérebro de 19 mamães logo antes e logo depois de darem à luz. Os resultados demonstraram um leve aumento de massa encefálica em todas as voluntárias. As mesmas mamães fizeram outra tomografia depois de 1 mês e os resultados foram reveladores: aquelas que sofriam de algum distúrbio psíquico recorrente ao pós-parto não tiveram aumento da massa encefálica, ao contrário daquelas mães que responderam positivamente ao início da maternidade.


O período logo após o nascimento é crucial para a nova mãe. De acordo com os pesquisadores, elas desenvolvem habilidades e sensibilidades relacionadas à maternidade durante os primeiros meses de vida do bebê, fazendo com que o cérebro se modifique. As áreas cerebrais que tiveram um aumento de massa cinzenta foram: o hipotálamo, amígdala cerebelosa, lobo parietal e o córtex pré-frontal. Essas são regiões responsáveis pelas emoções, razão e juízo, além dos sentidos.


Os pesquisadores de Yale também concluíram que esse aumento da massa cinzenta das mães gera a motivação emocional e racional de que elas precisam para cuidar de seus recém-nascidos, além de estar ligado a uma maior produção de leite materno. A pesquisa também concluiu que o instinto e comportamento maternais são fomentados por um sistema de prazer direcionado pelo cérebro, ajudando na produção de dopamina, neurotransmissor que causa a sensação de bem-estar.

7 dúvidas sobre o cabelo dos bebês


Por que alguns bebês nascem carequinhas e outros cheios de cabelo? A resposta é óbvia e certeira: a genética. O cabelo com que o bebê nasce normalmente cai até os 6 meses de idade e, muitas vezes, o cabelo que cresce em seguida é bastante diferente. Alguns bebês permanecem carequinhas até mais ou menos 1 ano e meio a 2 anos de idade. Essa variação sobre a cabeleira dos pequenininhos gera algumas dúvidas comuns, principalmente entre os pais de primeira viagem. Separamos 7 delas para esclarecer:


1. Por que os bebês perdem o cabelo com que nascem?
Todos os bebês perdem cabelo, ainda que varie a idade em que isso ocorre. A causa disso não é sabida, mas suspeita-se que esteja relacionada a variações hormonais. Você pode esperar que o novo cabelo do bebê cresça lá pelos 9 a 12 meses. Bebês carecas depois dos 12 meses de idade não são tão comuns, mas ainda normais.


2. O que causa as falhas de cabelo dos bebês?
Se as falhas de cabelo do seu bebê têm aumentado, isso pode ser consequência da posição em que ele dorme e permanece deitado durante o dia. Tente variar a posição da cabeça e deixe-o menos deitado para evitar as falhas capilares.


3. A cor do cabelo do bebê muda?
Normalmente, o cabelo do bebê é mais fino, claro e ondulado. Só depois dos 2 a 3 anos de idade que o cabelo começa a engrossar e escurecer.


4. Qual o jeito mais fácil de lavar o cabelo dos bebês?
O jeito mais fácil é distrair o bebê e deixá-lo brincar com alguma coisa enquanto você ensaboa e enxagua seu cabelo, sempre evitando que o cosmético ou a água entre em contato direto com seus olhos.


5. Qual o melhor shampoo para o bebê? Também se deve usar condicionador?
São indicados shampoos especiais para crianças, que não irritam os olhos. Você também pode optar por produtos que levem ingredientes naturais. O uso de um condicionador destinado às crianças é algo positivo, pois ajuda a desembaraçar e pentear melhor os cabelos.


6. Por que os bebês às vezes possuem cabelo nas orelhas e ombros?
O cabelinho ou penugem que os bebês mais novinhos possuem nessas partes do corpo se chama lanugo. É uma penugem fina e sem pigmentação que o protege e aquece durante os últimos meses de gestação e, normalmente, caem antes do nascimento. No entanto, alguns recém-nascidos possuem lanugo e perdem em dias ou semanas.


7. Raspar o cabelo do bebê faz com que cresça mais forte?
Na verdade, não há nenhuma prova científica de que raspar o cabelo do bebê faça com que ele cresça mais forte. É só uma daquelas crenças populares. O que pode dar essa impressão é o fato de o cabelo raspado ou aparado parece mais forte e bonito, uma vez que foram retiradas suas pontas, que normalmente estão mais secas e velhas do que o restante do fio.


E para cortar o cabelo do bebê não precisa de autorização médica nem muito segredo. Quando você perceber que os fios estão muito longos e as pontas sem vida, é só apará-las.

A memória das crianças

Se pararmos para pensar como a nossa memória funciona, parece até engraçado. Às vezes, temos a maior dificuldade de decorar a senha nova do banco ou o CEP de casa, mas coisas inúteis, como uma musiquinha irritante de comercial da TV, são facilmente lembradas. A impressão que temos é de que nós esquecemos muito mais coisas do que retemos. No entanto, a ciência garante que nosso cérebro aprende muito mais do que esquece, pois permanece continuamente categorizando novas informações, que levam a lembrar-nos das antigas, conectando estas às novas.

Nosso cérebro está sempre buscando estabelecer padrões de informação, uma maneira de sistematizar os novos conhecimentos de forma que possam estabelecer ligações com os já armazenados e, muitas vezes, aparentemente esquecidos. Cada vez que uma conexão entre o novo e o antigo conhecimento é feita, a tendência é de que ela se fortaleça e, assim, aquela memória a longo prazo torna-se mais acessível.

Quando lidamos com crianças, vemos que sua memória de curto prazo parece muito mais poderosa do que a dos adultos. Isso é verdade: o cérebro infantil ainda está aprendendo a sumarizar seus novos conhecimentos e somente com a idade que passa a guardar o essencial das novas informações: as memórias a longo prazo. Assim, exercitar a memória durante a infância potencializará suas capacidades de armazenamento e estabelecimento de padrões de informação para a vida adulta.

Brincadeiras clássicas como jogo da memória, jogo dos sete erros ou quebra-cabeças auxiliam nesse aprendizado do cérebro de estabelecer novas conexões com conhecimentos já apreendidos. Exercícios de pergunta e resposta, palavras cruzadas e memorização de poemas ou músicas auxiliam no processo de sumarização das novas informações. Muitas atividades e joguinhos disponíveis em tablets e celulares tem como objetivo potencializar esse tipo de aquisição. Estimule seu filho a treinar a memória todos os dias: assim, ele provavelmente irá se lembrar e lhe agradecerá por isso no futuro.

A curiosidade infantil

Crianças são naturalmente curiosas. Elas demonstram uma necessidade de explorar um mundo todo novo, tentando descobrir como ele funciona. E os pais têm todos os motivos para incentivar esse lado inquisitivo e inquieto da infância. A curiosidade está intimamente ligada ao desenvolvimento escolar: qualquer pessoa curiosa sobre algum assunto aprende mais e melhor sobre ele. De acordo com pesquisas, crianças que são incentivadas por seus pais a questionar, tendem a ter sucesso em carreiras científicas. A criatividade é um produto direto de uma vida regida pela curiosidade.

Uma dica simples para os pais: prestem atenção nas perguntas de seus filhos. Por exemplo, a primeira coisa que um pequeno de mais ou menos um ano costuma perguntar quando vê algo novo é: “o que é isso? ”. Na verdade, o que está tentando fazer é lhe pedindo ajuda para nomear o mundo — o que ele vê, sente, cheira, experimenta, escuta — a partir daí, as perguntas só se tornarão mais complexas e, muitas vezes, nos trarão mais ensinamentos do que respostas.

Existe um famoso livro do poeta chileno Pablo Neruda, chamado Livro das Perguntas, que trabalha exatamente com este aspecto da curiosidade infantil: perguntas à primeira vista ingênuas, mas que carregam uma sensibilidade normalmente esquecida com o passar da infância. No fim, estas perguntas têm muito mais a nos ensinar do que imaginamos. Veja alguns exemplos:

Que vim fazer neste planeta? A quem dirijo esta pergunta?

Onde está o menino que fui: anda comigo ou evaporou-se?

Onde terminará o arco-íris: dentro da alma ou no horizonte?

Muitas vezes, as perguntas intermináveis dos pequenos podem parecer complicadas e cansativas para nós, adultos, mas são o combustível para formar um indivíduo questionador e que se preocupa em entender e solucionar as dúvidas e problemas em seu entorno, com o intuito de buscar sempre o melhor para sua vida e para os outros.
Então, quando a criança estiver naqueles acessos de questionamentos e surgir um que você não saiba responder, não se irrite ou esqueça o assunto, apenas responda: “boa pergunta, filho (a), vamos descobrir! ”. E para descobrir, é preciso incentivá-la a explorar, primeiro com a sua ajuda e, depois, também sozinha. Instruções diretas e exatas sobre como funcionam as coisas impedem que ela descubra as coisas do seu próprio jeito e tornem-se mais passivas com relação a própria curiosidade.

Num tempo de internet com conhecimentos fáceis e integrados, não se esqueça de incentivar os mais grandinhos a irem além dos saberes superficiais de uma pesquisa rápida no Google. Ir fundo o suficiente até que suas perguntas os levem para outras áreas de conhecimento ou novas descobertas. Afinal, quanto mais descobertas, mais criatividade, mais conhecimento, mais motivação, mais vida!

Os maus hábitos da infância

Quase toda criança desenvolve umas manias estranhas e pouco higiênicas durante os primeiros anos de vida, por exemplo, cutucar o nariz, roer as unhas, enrolar e puxar os cabelos ou chupar o dedo. Por mais que sejam comuns e possam irritar muitos pais, normalmente, elas não oferecem riscos à saúde e fazem parte de um crescimento normal. Os pequenos não possuem o entendimento de que estão repetitivamente praticando uma mesma ação e que isso consiste num mau hábito.

Nem sempre é possível diagnosticar o que causa um mau hábito, mas, geralmente, ele traz uma sensação de prazer para a criança, podendo surgir como uma forma de entretenimento para momentos de tédio, ou como uma válvula de escape para um possível sentimento de ansiedade. Da próxima vez que você vir seu filho roendo as unhas ou cutucando o nariz, tente relembrar se ele passou por alguma situação estressante logo antes.
No entanto, esses maus hábitos também podem ocorrer quando a criança está relaxada, como antes de dormir ou depois de se alimentar. Alguns deles são resquícios de lembranças prazerosas dos primeiros meses de vida: chupar o dedo, por exemplo, é um ato comum entre os bebês logo após a amamentação, o que permanece associado ao conforto do momento e à saciedade da fome. Também, uma criança pode copiar os maus hábitos de seus pais, portanto, se você rói as unhas, é provável que seu filho queira imitar. Do mesmo modo, existem aquelas crianças que praticam esses hábitos apenas para chamar atenção dos pais e cuidadores.

Os maus hábitos da infância costumam desaparecer na idade escolar, quando a criança passa a conviver com mais amiguinhos de idades diferentes e a respeitar regras de etiqueta o tempo todo. Por isso, não há com o que se preocupar, a não ser que alguns sinais físicos apareçam em razão de algum deles. Se a criança cutuca tanto o nariz a ponto de fazê-lo sangrar, se as unhas roídas acabam crescendo inflamadas ou se o dedo na boca está afetando o crescimento saudável dos dentes, então é hora de intervir.

Para cessar um ou vários desses maus hábitos em seu filho, converse sobre o mal que pôr o dedo no nariz ou roer as unhas está lhe fazendo e, a seguir, envolva-o num processo para desaprender a mania. Incentive o desenvolvimento do autocontrole emocional e físico da criança e lhe ofereça gratificações pelos dias que ela conseguir passar sem exercer o(s) mau(s) hábitos. Crianças aprendem rápido e o processo não será tão difícil quanto cessar o mau hábito de um adulto.

Fantasias de Carnaval para bebês

Criança fantasiada é a coisa mais fofa do mundo, não é?! E quanto mais novinho o pequeno, maior o índice de fofura!
No post de hoje, separamos algumas ideias de fantasias para bebês de até mais ou menos um aninho de idade para você se inspirar ou só morrer com tanta fofura!

Chapeuzinho vermelho: olha só que graça essa ideia de fantasia para as meninas, uma linda chapeuzinho vermelho montada com um vestidinho rodado de inspiração campestre e uma capa vermelha.

Roqueiro: camisa xadrez, camiseta de banda, óculos de armação grossa e peruca opcional já transformam seu pequeno num roqueiro saído direto dos anos 90.

Charlie Brown: o melhor amigo do Snoopy ganha forma com essa fantasia fofíssima e especial para aqueles bebês mais carequinhas.

Velhinho: essa ideia de fantasiar um bebê de idoso é uma graça. A fantasia da foto é inspirada no personagem do filme Up - Altas Aventuras, o velhinho Fredericksen, que utiliza balões para mudar sua casa de uma vizinhança ocupada por um imenso shopping para um paraíso de cachoeiras, lembra?

Marinheiro: olha que coisa mais linda esse marinheiro! Não é incomum encontrarmos roupinhas estilo marinheiro para bebês e, adicionando uma boininha, temos a fantasia completa.

Sol: uma roupa amarela e um arco que imita raios de Sol cria essa fantasia simples e muito criativa.

Pinguim: se você prefere fantasias mais elaboradas, que podem ser adquiridas com facilidade pela internet ou em lojas especializadas, veja que lindo essa de pinguim.

Tubarão: ainda na onda das fantasias animais, olha só esse tubarão que coisa fofa!

Cogumelo: e essa fantasia com chapéu de cogumelo e calça de planta, não é linda?!

Essas são nossas inspirações para curtir o Carnaval com seu bebê, aproveite o descanso e o tempo extra com ele e boa folia!