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5 dicas para ensinar boas maneiras a uma criança


Todos os pais desejam que seus filhos sejam bem-educados. Algumas crianças aprendem facilmente, outras demonstram mais dificuldades, contudo, modelar comportamentos é a melhor maneira de ensinar as boas maneiras e, querendo ou não, a forma como uma criança se porta é uma espécie de reflexo da maneira como seus pais se comportam. Fazer com que o pequeno compreenda a importância básica das boas maneiras é essencial para que ele seja capaz de viver bem em sociedade, tanto durante a infância, quanto mais tarde, na fase adulta. Boas maneiras também refletem uma personalidade agradável e altruísta, pois não significam um simples “obrigado” ou “por favor”, mas o respeito com relação às diferenças e ao espaço de cada um no mundo.


1. Espere respeito: nenhuma criança nasce sabendo como se portar de maneira educada, mas é desde cedo que os pais devem ajudá-la a construir esse comportamento. As raízes da boa educação são saber respeitar e ser sensível ao outro. Desta forma, a sensibilidade é uma das qualidades mais importantes a ser despertada. A sensibilidade de uma criança evolui para o respeito que demonstrará pelo próximo. Saber levar em conta os sentimentos alheios é um misto de sensibilidade e respeito que, naturalmente, resultará em boas maneiras.


2. Ensine palavras-chave desde cedo: até mesmo crianças de 2 anos de idade são capazes de dizer “obrigado” ou “por favor”, ainda que não compreendam totalmente o significado social dessas palavras. Para pequenos dessa idade, “por favor” é o começo de uma interação e “obrigado” o seu final. As crianças começam apenas repetindo as palavras e percebendo sua utilidade prática, para depois atribuírem-lhe um significado. Mas, pelo menos, já são incorporadas em seu vocabulário palavras-chave de respeito que, mais tarde, tendem a adquirir seu significado social.


3. Modele as maneiras: na faixa etária dos 2 aos 4 anos, faça com que seu filho escute e repita palavras-chave como “obrigado”, “por favor”, “desculpe” ou “com licença” conforme você interage com outras pessoas ao longo do dia. Também, utilize com ele as mesmas boas maneiras que você dispensa aos adultos. Assim, o pequeno irá internalizando essa forma polida de tratar as pessoas.


4. Não force as boas maneiras: a linguagem não é uma habilidade a ser forçada, mas a ser repetida e, mais tarde, compreendida. Ainda que seja normal a criança se esquecer de dizer as coisas de maneira educada, sempre pedir pela “palavrinha mágica” antes de conceder-lhe um pedido potencializa seu entendimento. Assim, toda vez que ela desejar algo, saberá que deve acrescentar um “por favor”, principalmente, seguindo o seu exemplo.


5. Corrija de forma adequada: se a criança se comporta mal e é punida de forma ruim por isso, tal ato pode retardar sua compreensão sobre o que significa ser bem-educado, associando a sensibilidade e o respeito ao medo e à punição. Portanto, a melhor maneira de ensinar um bom-comportamento ao seu filho é ensinando-o e corrigindo-o através do seu exemplo.

Formas de desenvolver autocontrole de seu filho


Atualmente, é cada vez mais difícil poder ensinar a uma criança a desenvolver seu autocontrole emocional. É só pensarmos em como funcionam os tempos modernos: com a popularização de aparatos ligados à Internet, é muito fácil termos informações, objetos e nos comunicar de forma instantânea, tudo parece estar a um click de distância.


No entanto, a realidade é diferente. Nem sempre podemos ter ou fornecer aos nossos filhos aquilo que queremos e aquilo que eles querem. A maneira como o consumo é estimulado com uma publicidade infantil também faz com que as crianças cada vez mais desejem itens supérfluos como se fossem necessários. Quanto mais facilmente as coisas são oferecidas e alcançadas, maior a frustração quando algo não é imediatamente possível ou leva certo esforço e tempo para ser conquistado.


Então, nessa explosão de rapidez e necessidade ligadas à nossa forma de vida moderna, como ensinar nossos filhos o autocontrole emocional, disciplina e paciência?


Crianças não nascem com o dom da paciência, esta é uma habilidade que precisa ser trabalhada. Como dito, nossa cultura moderna nos induz a impaciência. Por isso, é importante desde cedo trabalharmos tal aspecto para um melhor desenvolvimento psicológico de nossos filhos, o que garantirá a eles um crescimento e uma vida mais saudável e sustentável quando alcançarem a idade adulta. Algumas estratégias podem ser aplicadas desde cedo na educação, de acordo com a faixa etária:


Até 12 meses de idade


Até essa idade, os pequenos possuem muito pouco autocontrole, respondendo mais a seus instintos. Os pais precisam saber identificar os sentimentos do bebê, para lidarem melhor com suas necessidades básicas. É importante sempre acalmar a criança nos momentos em que ela apresentar sinais  de estresse. E para este processo, é preciso permanecer calmo e ensiná-la por meio de seu próprio exemplo. Além disso, indique os comportamentos aceitáveis e errôneos, estabeleça os limites básicos de conduta a partir do momento em que o bebê seja capaz de compreendê-los, especialmente pelo modelo da repetição.


De 1 a 2 anos de idade


Nessa fase, as crianças vivem em seu pequeno mundinho, demonstrando fortemente seus sentimentos e necessidades. Mas isso não significa que os pais devam sempre ceder. É preciso estabelecer uma rotina para que a criança internalize seus deveres e horários, aprendendo assim a esperar e desenvolver seu autocontrole. Sempre que possível, dê a ela a chance de escolher, mas ensinando-a como escolher. Por exemplo: do que desejam brincar, qual história desejam escutar ou o que comer. Estas são chances de já estabelecer certos limites, além de fazer com que o pequeno se sinta também no controle.


De 2 a 3 anos de idade


A partir dessa idade é preciso continuar o processo de orientação sobre as escolhas da criança e respeitar sua rotina. Também, é um bom momento para exercitar sua paciência, fazendo com que aprenda a esperar. Aprender a esperar faz com que a criança perceba que não só ela tem necessidades, mas os outros também. Esperar pode ser aprendido através da brincadeira, quando um brinquedo ou videogame é compartilhado. No dia a dia, existem outras inúmeras oportunidades para isso. O importante é que os pais nunca percam o autocontrole para que possam ensiná-lo a seus filhos.


Apenas um fato importante para finalizar: as crianças que são acostumadas a terem tudo que desejam não são necessariamente as mais felizes.

5 nutrientes essenciais para o inverno



As baixas temperaturas já estão dando o ar da graça nesses últimos dias, indicando a proximidade do inverno. Com isso, ficamos um pouco apreensivos se o frio não vai causar aquelas doenças chatas que prejudicam o bem-estar das nossas crianças. No entanto, de uma forma natural, podemos prevenir gripes, resfriados, amidalite, otite, alergias e outras doenças comuns na estação: basta incluir na alimentação vitaminas e minerais que previnem ou atenuam esses males e dão ao pequeno uma resistência imunológica maior. Separamos os 5 principais parceiros do sistema imunológico para este inverno e suas fontes naturais de consumo:


1. Vitamina C: o mais popular entre os nutrientes contra gripes e resfriados é a vitamina C. Seu consumo por meio de alimentos naturais é mais indicado do que pastilhas compradas em farmácias. Ao contrário do que normalmente dizem por aí, a vitamina C não necessariamente previne doenças respiratórias, mas reduz a potencialidade de seus diversos sintomas. Ela age como um antioxidante, protegendo o corpo contra vários outros males, como problemas cardíacos e câncer. Também é fundamental para a produção de colágeno, elemento envolvido na renovação da pele e fortificação dos ossos.


Alimentos indicados: principalmente frutas cítricas, kiwi, acerola, morango. Também em vegetais frescos como repolho, brócolis e ervilhas.


2. Ferro: o ferro é imprescindível para a formação de hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio em nosso corpo. Também é necessário para a produção de energia, performance intelectual e vitalidade. Quando não consumido propriamente, pode levar à anemia, causando letargia e cansaço.


Alimentos indicados: a carne vermelha é uma rica fonte de ferro, assim como ovos, feijão, lentilha e frutas secas. Algumas farinhas de trigo disponíveis no mercado são enriquecidas com o nutriente. Consumir alimentos ricos em vitamina C juntamente com alimentos ricos em ferro ajudam em sua absorção.


3. Vitamina A: elemento importantíssimo para o processo de cicatrização e renovação de tecidos e formação de colágeno. Tem poder antioxidante, é um fortalecedor do sistema imunológico e faz bem para a visão.


Alimentos indicados: Leite, gema do ovo, fígado de boi ou galinha, cenoura, tomate, vegetais de cor verde escura (brócolis, couve, rúcula), manga, damasco e peixes com carne mais gordurosa, como salmão, atum, arenque e sardinha.


4. Vitamina E: também possui função antioxidante, atuando na proteção das membranas celulares. Fortalece o sistema imunológico, faz bem para a pele e pode prevenir problemas de coração e câncer.


Alimentos indicados: nozes, castanhas, amêndoas e pistaches são excelentes fontes de vitamina E, assim como vegetais de cor verde escura (brócolis, couve, rúcula) e cereais.


5. Selênio:  mineral essencial para a atuação das enzimas que defendem o corpo de doenças. Também possui função antioxidante e fortalece o sistema imunológico.

Alimentos indicados: cereais, carne vermelha, peixe e castanha-do-pará.

Como o afeto dos pais constrói a autoestima da criança


Todo pai e toda mãe quer criar um filho que ame a si mesmo, mas que também seja capaz de reconhecer seus erros e defeitos. O ideal é sempre buscar o equilíbrio entre entender qual o seu real valor, ao mesmo tempo em que seja capaz de enxergar o outro e o valor que também lhe cabe. Na infância, a forma como os pais incitam ou não a capacidade de seus filhos em olharem e atribuírem valor para si mesmos pode afetar fortemente na formação de sua personalidade. Como os pais lidam e tratam a criança e como eles mesmos se portam em frente a ela são fatores que afetam demais o adulto que ela irá se tornar.


Como pais, sempre procuramos fazer com que nossos filhos estejam seguros, saudáveis e felizes. Todavia, é também importante que façamos com que eles se sintam confiantes e capazes de reconhecer suas capacidades e qualidades. Ser um pai ou mãe afetuoso, que abraça, beija e mantém uma proximidade afetiva de seus filhos é um dos fatores mais importantes entre aqueles que contribuem para a construção do amor próprio da criança, pois significa demonstrar seu amor parental além das palavras, além do efeito abstrato que falar “eu te amo” produz. A proximidade afetiva trazida pela demonstração corpórea ou prática de amar é talvez o fator mais relevante para estimular a autoestima de seu filho.


Assim, a rotina diária de colocá-lo para dormir ou o fato de sempre andarem de mãos dadas juntos na rua, beijos, abraços, brincadeiras, cócegas são formas de “eu te amo” cotidianas, que constroem não só uma parceria para vida, mas também uma base sólida de inteligência afetiva que sustentará toda a trajetória de seu filho. Crianças enxergam seus pais como imagens que devem espelhar. E esses reflexos deixados em suas cabecinhas permanecem por um longo tempo como modelos de conduta.

Como a maternidade modifica o cérebro das mães?


Aquele famoso instinto maternal da qual tanto ouvimos falar não é força de expressão: pesquisas científicas comprovam que a maternidade modifica o cérebro da mamãe, desde o final do período gestacional. Estudos relacionados a esse processo biológico não só ajudam a ciência a entender o que motiva o cuidado que as mães dispensam a seus bebês, como também auxiliam no tratamento de alguns problemas psíquicos que podem decorrer, como por exemplo, a depressão pós-parto.


De fato, o tamanho do cérebro da mamãe aumenta logo após o parto. Em 2010, uma pesquisa da Universidade de Yale realizou tomografias computadorizadas no cérebro de 19 mamães logo antes e logo depois de darem à luz. Os resultados demonstraram um leve aumento de massa encefálica em todas as voluntárias. As mesmas mamães fizeram outra tomografia depois de 1 mês e os resultados foram reveladores: aquelas que sofriam de algum distúrbio psíquico recorrente ao pós-parto não tiveram aumento da massa encefálica, ao contrário daquelas mães que responderam positivamente ao início da maternidade.


O período logo após o nascimento é crucial para a nova mãe. De acordo com os pesquisadores, elas desenvolvem habilidades e sensibilidades relacionadas à maternidade durante os primeiros meses de vida do bebê, fazendo com que o cérebro se modifique. As áreas cerebrais que tiveram um aumento de massa cinzenta foram: o hipotálamo, amígdala cerebelosa, lobo parietal e o córtex pré-frontal. Essas são regiões responsáveis pelas emoções, razão e juízo, além dos sentidos.


Os pesquisadores de Yale também concluíram que esse aumento da massa cinzenta das mães gera a motivação emocional e racional de que elas precisam para cuidar de seus recém-nascidos, além de estar ligado a uma maior produção de leite materno. A pesquisa também concluiu que o instinto e comportamento maternais são fomentados por um sistema de prazer direcionado pelo cérebro, ajudando na produção de dopamina, neurotransmissor que causa a sensação de bem-estar.

7 dúvidas sobre o cabelo dos bebês


Por que alguns bebês nascem carequinhas e outros cheios de cabelo? A resposta é óbvia e certeira: a genética. O cabelo com que o bebê nasce normalmente cai até os 6 meses de idade e, muitas vezes, o cabelo que cresce em seguida é bastante diferente. Alguns bebês permanecem carequinhas até mais ou menos 1 ano e meio a 2 anos de idade. Essa variação sobre a cabeleira dos pequenininhos gera algumas dúvidas comuns, principalmente entre os pais de primeira viagem. Separamos 7 delas para esclarecer:


1. Por que os bebês perdem o cabelo com que nascem?
Todos os bebês perdem cabelo, ainda que varie a idade em que isso ocorre. A causa disso não é sabida, mas suspeita-se que esteja relacionada a variações hormonais. Você pode esperar que o novo cabelo do bebê cresça lá pelos 9 a 12 meses. Bebês carecas depois dos 12 meses de idade não são tão comuns, mas ainda normais.


2. O que causa as falhas de cabelo dos bebês?
Se as falhas de cabelo do seu bebê têm aumentado, isso pode ser consequência da posição em que ele dorme e permanece deitado durante o dia. Tente variar a posição da cabeça e deixe-o menos deitado para evitar as falhas capilares.


3. A cor do cabelo do bebê muda?
Normalmente, o cabelo do bebê é mais fino, claro e ondulado. Só depois dos 2 a 3 anos de idade que o cabelo começa a engrossar e escurecer.


4. Qual o jeito mais fácil de lavar o cabelo dos bebês?
O jeito mais fácil é distrair o bebê e deixá-lo brincar com alguma coisa enquanto você ensaboa e enxagua seu cabelo, sempre evitando que o cosmético ou a água entre em contato direto com seus olhos.


5. Qual o melhor shampoo para o bebê? Também se deve usar condicionador?
São indicados shampoos especiais para crianças, que não irritam os olhos. Você também pode optar por produtos que levem ingredientes naturais. O uso de um condicionador destinado às crianças é algo positivo, pois ajuda a desembaraçar e pentear melhor os cabelos.


6. Por que os bebês às vezes possuem cabelo nas orelhas e ombros?
O cabelinho ou penugem que os bebês mais novinhos possuem nessas partes do corpo se chama lanugo. É uma penugem fina e sem pigmentação que o protege e aquece durante os últimos meses de gestação e, normalmente, caem antes do nascimento. No entanto, alguns recém-nascidos possuem lanugo e perdem em dias ou semanas.


7. Raspar o cabelo do bebê faz com que cresça mais forte?
Na verdade, não há nenhuma prova científica de que raspar o cabelo do bebê faça com que ele cresça mais forte. É só uma daquelas crenças populares. O que pode dar essa impressão é o fato de o cabelo raspado ou aparado parece mais forte e bonito, uma vez que foram retiradas suas pontas, que normalmente estão mais secas e velhas do que o restante do fio.


E para cortar o cabelo do bebê não precisa de autorização médica nem muito segredo. Quando você perceber que os fios estão muito longos e as pontas sem vida, é só apará-las.