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Proteção solar no verão e a vitamina D

A preocupação com a proteção solar deve ocorrer o ano todo, porém, intensificar-se no verão. O aumento da incidência de raios UVA e UVB desta estação, fora as férias e idas à praia ou outros lugares abertos, faz com que os pais se preocupem mais com o filtro solar. Mas é preciso certa medida com essa preocupação: não se esqueça, o Sol é vital para todos nós e precisamos dele para que nosso corpo produza vitamina D, essencial para a saúde. Alguns alimentos, como peixes, fornecem vitamina D através da alimentação, porém o Sol é responsável por cerca de 80 a 90% da sua presença em nosso organismo.

Por isso, quando falamos de proteção solar, não se trata de defender-se totalmente do Sol, mas escolher os melhores horários para expor-se a ele e proteger-se nos horários em que ele pode ser nocivo ao nosso corpo e especialmente ao dos pequenos, que possuem uma pele mais sensível que a de um indivíduo adulto.

Assim, o ideal, é expor-se ao Sol das 6h às 9h da manhã sem proteção. Durante esse período, a incidência de raios UVA e UVB ainda é fraca e faz bem à nossa saúde. Depois desse período, é passar filtro solar de duas em duas horas ou toda vez que você ou seu pequeno saírem da água.

Escolha um produto com, no mínimo, FPS 30. Espalhe bem com as mãos pelo corpo todo. Não se esqueça da orelhas, nuca e pés do pequeno, partes do corpo que recebem radiação e possuem uma camada mais fina de pele. Não se esqueça também dos acessórios, como chapéus e óculos escuros. Eles protegem principalmente a saúde dos olhos e face.

Além da proteção, escolha bem os horários de exposição ao Sol. Mesmo com filtro solar, ficar durante o horário do almoço na praia pode ser prejudicial à saúde do pequeno, pois o calor pode causar quadros de insolação e desidratação. Para ele curtir e brincar com mais liberdade, acorde cedo, e aproveite o melhor período do dia, em que os raios solares podem trazer saúde às crianças.

Metas de ano novo para os pequenos

Final de ano é sempre uma época de esperança, em que fazemos planos para o ano que chega com o intuito de fazê-lo melhor do que aquele que passou. Mas metas de ano novo não precisam ficar restritas aos adultos. As crianças também podem estabelecer alguns planos que busquem a melhora de certos aspectos de sua vivência para 2018.

Ajude seu filho a traçar essas metas e estabelecer um sentido de esperança para o novo ano. Por exemplo, se ele não foi tão bem em alguma matéria da escola em 2017, 2018 pode ser o ano em que ele se dedicará mais aos estudos desse conteúdo. Ou, se seu filho ainda possui medo do escuro, por que não traçar uma meta como dormir cada vez menos com a luz acesa até perder o medo?

Faça uma lista de metas junto com o pequeno e estabeleça um cronograma com relação a cada mês do ano seguinte, especificando cada passo a ser cumprido para que ele supere suas dificuldades.

Isso ajuda a criança a entender o motivo subjetivo que a troca de ano do calendário carrega. Esse sentido de renovação e esperança que nos ajuda a continuar sempre otimistas com relação à nossa própria vida que, volta e meia, nos apresenta tantos percalços.

Criar o otimismo em seu filho é algo que o ajudará a encarar com mais leveza as dificuldades da vida. Isso contribui para que ele persevere em seus afazeres e sempre construa em sua cabeça um cenário positivo depois de superadas as dificuldades. Como dissemos, um novo ano traz a sensação de esperança e renovação, e nada como aprender desde cedo que a vida dá muito mais voltas do que imaginamos e que ser feliz depende do nosso próprio esforço em buscar a felicidade.

Feliz ano novo para todos!

Preparando seu filho para as viagens de fim de ano

Final de ano chegando e é sempre um alívio poder fazer aquela viagem de férias e sair um pouco da rotina. Mas se temos filhos, fica um problema: como preparar as crianças para a saída da rotina e do seu espaço confortável? Claro que os pequenos também adoram viajar e conhecer novos lugares, porém, muitas vezes, a saída da rotina pode estressá-los e criar uma certa angústia sobre o novo com que se defrontarão.

Já falamos várias vezes aqui no blog que a rotina é algo indispensável para as crianças, pois assim elas acreditam possuir o controle sobre o que acontecerá e mantém-se menos ansiosas com relação ao mundo novo que estão descobrindo. A rotina também é a mãe da disciplina e do sossego dos pequenos. Uma vida regrada é tudo que seu pequeno precisa para ser calmo e aprender a ter responsabilidade quando mais velho.

Uma viagem pode criar certa angústia nos pequenos quando está prestes a acontecer, por isso, é preciso prepará-los com antecedência para esse evento. Nem todas as crianças gostam de dormir fora de casa e sentem-se desconfortáveis com isso. Assim, ir preparando-as aos poucos para uma viagem é uma estratégia interessante para evitar a sua ansiedade.

Fale sobre a viagem que a família fará com algumas semanas de antecedência. Mostre fotos do hotel ou da casa em que se dará a estadia, assim como imagens da cidade ou da praia que vocês visitarão. Conte como vocês irão até o local, se de carro ou de avião e quantas horas durará o deslocamento. Faça com que a criança participe do planejamento da viagem para que ela possa também se planejar dentro de sua cabecinha.

Diga ao seu filho as coisas divertidas que vocês poderão fazer na cidade que visitarão, se irão encontrar com amigos e parentes. Mostre a ele que brinquedos poderá levar e juntos, montem a sua mala de roupas. Prepare um kit com comidinhas e distrações para que o pequeno não se aborreça durante o deslocamento. Assim, sabendo mais ou menos o que irá encontrar, seu filho permanecerá menos ansioso com relação à viagem, fará planos e imaginará situações divertidas para se distrair.

Outro ponto importante é tentar manter os horários fixos da criança com relação à refeições e sono mesmo durante os dias de passeio. Mesmo saindo um pouco da rotina, para o bem-estar da criança, é preciso que ela seja minimamente mantida.

Aprendendo música na infância

A melhor forma de incitar seu filho a aprender um instrumento é inserindo a música desde cedo em sua vida. Ainda bebê, coloque músicas para que ele possa ouvir, balbuciar e se mover de acordo com a batida. Isso ajuda-o a desenvolver a coordenação motora e o senso de ritmo, além de estimulá-lo a prestar atenção nos diferentes sons de instrumentos e na própria letra da música, ativando o processo de apreensão da linguagem. Cientistas acreditam que ao ouvir música, as conexões entre os neurônios dos bebês se desenvolvem mais fortemente.

A partir dos 5 anos de idade, a criança já consegue acompanhar o ritmo da música com maior coordenação. Esta é a idade ideal para começar a aprender um instrumento. Converse com seu filho sobre qual instrumento lhe agradaria mais aprender e se ele gostaria de ter aulas. É cientificamente comprovado que o aprendizado da música durante a infância ajuda no desenvolvimento do cérebro e contribui para diversas formas de aperfeiçoamento durante o processo de crescimento.

Ao começar a aprender um instrumento, a criança entrará em contato com outro tipo de linguagem, a linguagem musical, onde as representações de sons se dão por notas postas numa pauta de 7 linhas. Assim, é como se a criança aprendesse outra língua cujos símbolos são totalmente diferentes dos alfabéticos. Isso estimula a criatividade e a noção abstrata de registro do mundo.

Depois, para aprender direito o instrumento, a criança desenvolverá a disciplina de tomar aulas semanalmente e praticar diariamente. Verá que todo o esforço depositado em sua prática gera resultados. Essa é uma ótima lição a ser aprendida nos primeiros anos da infância. Por fim, não só o seu cérebro como a coordenação motora fina serão estimulados. Não importa qual instrumento a criança escolha aprender, sempre haverá um desenvolvimento da movimentação corporal em relação ao tempo e ao ritmo da música.

Assim, aprender um instrumento na infância gera benefícios incríveis para o pequeno e ajuda-o a desenvolver aspectos mais importantes da sua inteligência e de seu corpo.

Tubérculos saudáveis

Quando pensamos em tubérculos, logo vem a nossa mente a batata, o mais popular desse tipo de leguminosas. No entanto, a batata é pobre em vitaminas, proteínas e fibras, sendo apenas uma fonte poderosa de carboidratos. Mas outros tubérculos são muito mais saudáveis e até mais saborosos, sendo ótimas opções para substituí-la no cardápio. Separamos alguns deles com ideias de consumo que vão agradar a criançada.

Mandioquinha: Também conhecida como batata salsa ou batata baroa, esta tuberosa é rica em fibras, tem ação antioxidante, altos níveis de vitamina C, E, B e K. É também uma boa fonte de cálcio. Sugestão de consumo: purê de mandioquinha é uma delícia para o almoço como acompanhamento. Amasse 4 mandioquinhas pré-cozidas, misturando 1 colher de sopa de manteiga e sal a gosto.

Mandioca: Atende também pelo nome de aipim ou macaxeira, dependendo da região do país. A mandioca é o alimento base da cultura indígena e por isso tão popular no Brasil. Fonte natural de fibras e potássio, é altamente energética, sendo recomendada até para quem tem diabetes, além de possuir ação antioxidante. Sugestão de consumo: cozida na água, com um pouco de sal. O cozimento é demorado, cerca de 1 hora. Dica: ao comprar a mandioca, descasque-a e coloque-a direto na água para conservar por até um dia. Você também pode descascá-la e levar ao congelador, com validade de até 3 meses.

Batata doce: Muito consumida para a prática de esportes e emagrecimento, a batata doce possui baixo índice glicêmico, já que sua absorção é mais lenta. É também um carboidrato complexo recomendado para diabéticos. Ajuda na formação de colágeno e é rica em vitaminas A, B e C, além de fibras. Sugestão de consumo: assada. Pré-aqueça o forno por 10 minutos a 220 °C. Coloque a batata com casca e tudo no forno, virando de lado a cada 10 minutos por cerca de 40 minutos. Sirva em seguida, com casca e tudo, basta cortá-la no meio e raspar o conteúdo com uma colher.

Inhame: Outra tuberosa de tradição indígena, o inhame é outra fonte riquíssima em fibras. É rico em ferro, potássio, cálcio, cobre, fósforo e magnésio, fonte de fibras e ácido fólico, sendo o mais saudável desses quatro tubérculos. Sugestão de consumo: cozido. Descasque e pique o inhame, cozinhe por 30 minutos em água fervente. Sirva com um pouco de sal e manteiga de café da manhã, fica uma delícia!

Formas caseiras de curar e confortar


Mudança de estações, como esta do inverno para a primavera, acabam sempre causando algumas mudanças de temperatura, umidade e qualidade do ar. Isso acarreta, às vezes, aqueles resfriados, alergias e indisposições diversas nos pequenos. Contudo, toda mãe conhece algumas formas caseiras de aliviar certos mal-estares que um dia sem casaco ou um vento mais gelado podem causar, trazendo conforto quase imediato para as crianças.


Para problemas respiratórios, gripes e resfriados, uma boa maneira de acelerar a melhora da criança é preparar uma sopinha quente. A canja é a receita mais comum. A proteína da carne, as vitaminas dos legumes e o carboidrato do arroz são uma bomba de nutrientes para dar vitalidade à criança. Além do que, a sopinha quente conforta e abre as vias aéreas. Outra boa dica, para gripes, resfriados ou alergias que deixam o nariz dos pequenos entupido, é adicionar um pouco de curry, tempero indiano picante que ajuda a abrir as vias aéreas e esquenta o corpo, acelerando o trabalho do sistema imunológico. Chás quentes com gengibre, mel e limão podem também ser um alívio imediato para esse tipo de mal-estar.


Quando o tempo está muito seco, também são comuns problemas respiratórios. Nesses casos, o ideal é tentar umidificar o quarto da criança. Existem umidificadores de ar à venda em farmácias e lojas especializadas em produtos médicos que são aliados poderosos. Utilizando uma solução de soro fisiológico, o aparelho produz uma inalação que abre as vias respiratórias. Mas, caso você não disponha de um umidificador, pode aplicar a solução de soro fisiológico diretamente no nariz do pequeno, assim como deixar uma toalha molhada perto de sua cama. Conforme a umidade da toalha evapora, esse processo ajuda a equilibrar a qualidade do ar no ambiente.


Para problemas de digestão, evite dar antiácidos para as crianças. O melhor é utilizar alimentos naturais que equilibrem o ph do estômago, tais como batata, couve, milho, pimentão e uva. Até mesmo uma mistura de água com suco de limão pode combater a acidez, pois, apesar dessa fruta ser cítrica, ela tem um efeito neutralizador de ácidos quando chega ao estômago. O mesmo se aplica ao abacaxi, que possui enzimas proteolíticas, que neutralizam as proteínas. Mas caso utilize essa fruta com antiácido, certifique-se de que a criança não consuma carboidratos junto, pois eles acabam inibindo sua ação.


Para casos de constipação intestinal, são muitos os alimentos que podem sanar esse problema, evitando o uso de purgantes ou supositórios de farmácia. A fruta mais poderosa é o mamão e mesmo as suas sementes podem ser consumidas para acabar com a constipação. Outros alimentos que equilibram a quantidade de fibras no organismo são: folhas verdes, brócolis, laranja com bagaço, leguminosas (abóbora, cenoura, beterraba, inhame), oleaginosas (grão de bico, lentilha, feijão, ervilha), damasco, ameixa, aveia e cereais integrais.


Portanto, quando seu filho estiver com alguma dessas indisposições comuns, é melhor ir antes à geladeira do que à farmácia. Evitar o uso de remédios desde a infância é garantir a saúde do pequeno no futuro.