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DIY: tecidos decorados com frutas e vegetais


Deixar a casa mais bonita com estampas feitas em companhia das crianças é uma atividade em família divertidíssima! Utilizando alguns legumes como molde, podemos criar imagens criativas para panos de pratos, estampas para encapar cadernos, toalhas de mesa e outros itens que a imaginação mandar.

Materiais:

— batatas doce

— mandioquinhas

— tintas especiais para tecido e de várias cores

— pincel fino

— esponja para tinta

— palito de churrasco, para ajudar nos detalhes

— tecido branco ou de cor clara


Modo de fazer: corte os tubérculos em formatos transversais, que se assemelhem a bananas, morangos, berinjela, beterrabas, pepino, laranjas. Como nas imagens abaixo:


Depois, é só utilizá-los como carimbo, passando as tintas coloridas com auxílio de uma esponjinha.



Finalize os detalhes dos vegetais com um pincel fino e, se preciso, faça o acabamento com a ponta de um palito de churrasco.



Não é uma linda forma de decorar seus tecidos e criar estampas exclusivas para a sua casa? Em companhia das crianças fica ainda melhor!

Formas de desenvolver autocontrole de seu filho


Atualmente, é cada vez mais difícil poder ensinar a uma criança a desenvolver seu autocontrole emocional. É só pensarmos em como funcionam os tempos modernos: com a popularização de aparatos ligados à Internet, é muito fácil termos informações, objetos e nos comunicar de forma instantânea, tudo parece estar a um click de distância.


No entanto, a realidade é diferente. Nem sempre podemos ter ou fornecer aos nossos filhos aquilo que queremos e aquilo que eles querem. A maneira como o consumo é estimulado com uma publicidade infantil também faz com que as crianças cada vez mais desejem itens supérfluos como se fossem necessários. Quanto mais facilmente as coisas são oferecidas e alcançadas, maior a frustração quando algo não é imediatamente possível ou leva certo esforço e tempo para ser conquistado.


Então, nessa explosão de rapidez e necessidade ligadas à nossa forma de vida moderna, como ensinar nossos filhos o autocontrole emocional, disciplina e paciência?


Crianças não nascem com o dom da paciência, esta é uma habilidade que precisa ser trabalhada. Como dito, nossa cultura moderna nos induz a impaciência. Por isso, é importante desde cedo trabalharmos tal aspecto para um melhor desenvolvimento psicológico de nossos filhos, o que garantirá a eles um crescimento e uma vida mais saudável e sustentável quando alcançarem a idade adulta. Algumas estratégias podem ser aplicadas desde cedo na educação, de acordo com a faixa etária:


Até 12 meses de idade


Até essa idade, os pequenos possuem muito pouco autocontrole, respondendo mais a seus instintos. Os pais precisam saber identificar os sentimentos do bebê, para lidarem melhor com suas necessidades básicas. É importante sempre acalmar a criança nos momentos em que ela apresentar sinais  de estresse. E para este processo, é preciso permanecer calmo e ensiná-la por meio de seu próprio exemplo. Além disso, indique os comportamentos aceitáveis e errôneos, estabeleça os limites básicos de conduta a partir do momento em que o bebê seja capaz de compreendê-los, especialmente pelo modelo da repetição.


De 1 a 2 anos de idade


Nessa fase, as crianças vivem em seu pequeno mundinho, demonstrando fortemente seus sentimentos e necessidades. Mas isso não significa que os pais devam sempre ceder. É preciso estabelecer uma rotina para que a criança internalize seus deveres e horários, aprendendo assim a esperar e desenvolver seu autocontrole. Sempre que possível, dê a ela a chance de escolher, mas ensinando-a como escolher. Por exemplo: do que desejam brincar, qual história desejam escutar ou o que comer. Estas são chances de já estabelecer certos limites, além de fazer com que o pequeno se sinta também no controle.


De 2 a 3 anos de idade


A partir dessa idade é preciso continuar o processo de orientação sobre as escolhas da criança e respeitar sua rotina. Também, é um bom momento para exercitar sua paciência, fazendo com que aprenda a esperar. Aprender a esperar faz com que a criança perceba que não só ela tem necessidades, mas os outros também. Esperar pode ser aprendido através da brincadeira, quando um brinquedo ou videogame é compartilhado. No dia a dia, existem outras inúmeras oportunidades para isso. O importante é que os pais nunca percam o autocontrole para que possam ensiná-lo a seus filhos.


Apenas um fato importante para finalizar: as crianças que são acostumadas a terem tudo que desejam não são necessariamente as mais felizes.

5 nutrientes essenciais para o inverno



As baixas temperaturas já estão dando o ar da graça nesses últimos dias, indicando a proximidade do inverno. Com isso, ficamos um pouco apreensivos se o frio não vai causar aquelas doenças chatas que prejudicam o bem-estar das nossas crianças. No entanto, de uma forma natural, podemos prevenir gripes, resfriados, amidalite, otite, alergias e outras doenças comuns na estação: basta incluir na alimentação vitaminas e minerais que previnem ou atenuam esses males e dão ao pequeno uma resistência imunológica maior. Separamos os 5 principais parceiros do sistema imunológico para este inverno e suas fontes naturais de consumo:


1. Vitamina C: o mais popular entre os nutrientes contra gripes e resfriados é a vitamina C. Seu consumo por meio de alimentos naturais é mais indicado do que pastilhas compradas em farmácias. Ao contrário do que normalmente dizem por aí, a vitamina C não necessariamente previne doenças respiratórias, mas reduz a potencialidade de seus diversos sintomas. Ela age como um antioxidante, protegendo o corpo contra vários outros males, como problemas cardíacos e câncer. Também é fundamental para a produção de colágeno, elemento envolvido na renovação da pele e fortificação dos ossos.


Alimentos indicados: principalmente frutas cítricas, kiwi, acerola, morango. Também em vegetais frescos como repolho, brócolis e ervilhas.


2. Ferro: o ferro é imprescindível para a formação de hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio em nosso corpo. Também é necessário para a produção de energia, performance intelectual e vitalidade. Quando não consumido propriamente, pode levar à anemia, causando letargia e cansaço.


Alimentos indicados: a carne vermelha é uma rica fonte de ferro, assim como ovos, feijão, lentilha e frutas secas. Algumas farinhas de trigo disponíveis no mercado são enriquecidas com o nutriente. Consumir alimentos ricos em vitamina C juntamente com alimentos ricos em ferro ajudam em sua absorção.


3. Vitamina A: elemento importantíssimo para o processo de cicatrização e renovação de tecidos e formação de colágeno. Tem poder antioxidante, é um fortalecedor do sistema imunológico e faz bem para a visão.


Alimentos indicados: Leite, gema do ovo, fígado de boi ou galinha, cenoura, tomate, vegetais de cor verde escura (brócolis, couve, rúcula), manga, damasco e peixes com carne mais gordurosa, como salmão, atum, arenque e sardinha.


4. Vitamina E: também possui função antioxidante, atuando na proteção das membranas celulares. Fortalece o sistema imunológico, faz bem para a pele e pode prevenir problemas de coração e câncer.


Alimentos indicados: nozes, castanhas, amêndoas e pistaches são excelentes fontes de vitamina E, assim como vegetais de cor verde escura (brócolis, couve, rúcula) e cereais.


5. Selênio:  mineral essencial para a atuação das enzimas que defendem o corpo de doenças. Também possui função antioxidante e fortalece o sistema imunológico.

Alimentos indicados: cereais, carne vermelha, peixe e castanha-do-pará.

Como o afeto dos pais constrói a autoestima da criança


Todo pai e toda mãe quer criar um filho que ame a si mesmo, mas que também seja capaz de reconhecer seus erros e defeitos. O ideal é sempre buscar o equilíbrio entre entender qual o seu real valor, ao mesmo tempo em que seja capaz de enxergar o outro e o valor que também lhe cabe. Na infância, a forma como os pais incitam ou não a capacidade de seus filhos em olharem e atribuírem valor para si mesmos pode afetar fortemente na formação de sua personalidade. Como os pais lidam e tratam a criança e como eles mesmos se portam em frente a ela são fatores que afetam demais o adulto que ela irá se tornar.


Como pais, sempre procuramos fazer com que nossos filhos estejam seguros, saudáveis e felizes. Todavia, é também importante que façamos com que eles se sintam confiantes e capazes de reconhecer suas capacidades e qualidades. Ser um pai ou mãe afetuoso, que abraça, beija e mantém uma proximidade afetiva de seus filhos é um dos fatores mais importantes entre aqueles que contribuem para a construção do amor próprio da criança, pois significa demonstrar seu amor parental além das palavras, além do efeito abstrato que falar “eu te amo” produz. A proximidade afetiva trazida pela demonstração corpórea ou prática de amar é talvez o fator mais relevante para estimular a autoestima de seu filho.


Assim, a rotina diária de colocá-lo para dormir ou o fato de sempre andarem de mãos dadas juntos na rua, beijos, abraços, brincadeiras, cócegas são formas de “eu te amo” cotidianas, que constroem não só uma parceria para vida, mas também uma base sólida de inteligência afetiva que sustentará toda a trajetória de seu filho. Crianças enxergam seus pais como imagens que devem espelhar. E esses reflexos deixados em suas cabecinhas permanecem por um longo tempo como modelos de conduta.

Receita de espetinhos de frango agridoce


Espetinhos parecem uma forma mais divertida de comer, não é mesmo? Talvez porque remetam aqueles dias de churrasco com a família, talvez porque sejam práticos de degustar e coloridos, já que misturam carnes, vegetais e até mesmo frutas. Bom, a verdade é que a criançada adora um espetinho e essa é uma forma mais fácil de fazer com que as mais chatinhas comam vegetais. Um apelo visual nas refeições sempre ajuda a convencê-los.


A receita de hoje é um pouquinho diferente daqueles espetinhos mais comuns do churrasco de domingo, pois utiliza carne de frango e abacaxi, além de poder ser feita no forno, caso você não possua churrasqueira ou grelha em casa.


Dica: você precisará de mais ou menos 2 abacaxis para esta receita, um será utilizado na forma de suco para marinar a carne e o outro cortado em cubos para montar os espetinhos.


Curiosidade: o abacaxi possui uma enzima chamada bromelina, que ajuda a deixar a carne mais macia, tornando-se assim um ótimo suco para marinar outros tipos de carne e acrescentar um sabor agridoce especial a outras receitas.


Ingredientes:


Para marinar o frango:


— 500 gramas de peito de frango cortado em cubinhos


— 2 colheres de sopa de molho de soja (shoyu)


— 600 ml de suco de abacaxi filtrado


— 2 dentes de alho amassados


Para montar o espetinho:


—15 Palitos de churrasco


— 1 Abacaxi cortado em cubos (mais ou menos 40 cubos)


— 2 Pimentões vermelhos cortados em fatias


— 500 gramas de tomatinhos cereja


— Papel manteiga e forma grande (se for assar no forno convencional)


Modo de preparo:


Primeiro, coloque o frango em uma vasilha com os ingredientes destinados à marinada. Misture bem e leve ao refrigerador por cerca de 30 minutos.


Pré-aqueça o forno a 200°C. Então é hora de começar a montar os espetinhos. As crianças podem ajudar nesta parte, a ordem que seguimos foi:


2 tomates cereja ? 1 cubinho de pimentão ? 1 cubinho de frango ? 1 cubinho de abacaxi: repita esta sequência mais uma vez e finalize com outros 2 tomatinhos cereja.


De qualquer maneira, as crianças podem criar a ordem que preferirem ao ajudarem a montar os espetinhos.


Depois de montar todos os espetinhos (cerca de 12 a 15), forre uma forma grande com papel manteiga. Leve ao forno por cerca de 20 minutos, virando os espetinhos de lado na metade desse tempo. Sirva com arroz integral.


Rendimento: de 12 a 15 espetinhos.

Vencendo a timidez na infância


Quando bebês, nossos filhos são como pacotinhos de alegria, entusiasmados em conhecer e descobrir mais sobre o mundo ao qual acabaram de chegar. Algumas vezes, enquanto ainda são pequeninos, podemos perceber certos traços de introversão. Mas somente mais grandinhos, lá pelos dois anos de idade é que podemos ter certeza se sua personalidade é mesmo de um introvertido ou de um extrovertido. Simplificando, introvertidos são aqueles indivíduos que são mais afetados por seu meio interno do que pelo externo, ao contrário dos extrovertidos, pessoas expansivas que mantém seu foco nas condições e pessoas do ambiente exterior onde estão.


Os introvertidos tendem a ser mais calados e tímidos. Eles não querem ser o centro das atenções, querem ficar mais quietinhos ali no canto e lidam melhor com pequenos grupos de conversa. Não desejam se destacar no meio de um grupo e falar com ele. Querem escutar cada pessoa desse grupo e, aos poucos, ir conhecendo-o. Aparentemente, nossa sociedade parece nos exigir que sejamos extrovertidos, saibamos nos destacar dentro de um grupo e o liderar. Mas não é bem assim. Cada vez mais percebe-se as vantagens de líderes introvertidos que, com menos palavras, podem ser tanto ou até mais eficazes do que extrovertidos.


De qualquer maneira, mesmo na infância, uma timidez excessiva não ajuda ninguém. Aquela vergonha do pequeno em ir a uma festinha, pedir ajuda à professora ou conversar com os coleguinhas de escola. A timidez não é culpa da criança, é só um traço de sua personalidade que pode ser atenuado ou superado. Ela provavelmente não deixará de ser introvertida, mas saberá como lidar com a timidez, respeitando os limites de sua introversão, adquirindo mais confiança e tornando-se mais sociável.


Empatia: o primeiro passo a ser tomado pelos pais é demonstrarem empatia pela timidez da criança. Empatia e não simpatia. Simpatizar com a timidez acabará tornando-o ainda mais tímido e submisso. Mas empatia significa entender a dificuldade de seu filho e, junto com ele, tentar superá-la. Ajude-o a aumentar sua autoestima encorajando-o a fazer aquilo que lhe é dificultoso. Sempre reconheça suas superações e conquistas.


Autoestima: para fortalecer a autoestima de seu filho, você precisa ajudá-lo a descobrir seus pontos fortes. Quando ele se perceber como um indivíduo cheio de qualidades, será capaz de construir sua identidade de maneira positiva, o que ajuda a atenuar a timidez. Para toda criança há uma atividade em que ela se sente confortável e que a faz se sentir bem. Descubram juntos qual é e estimule-o a praticá-la com frequência. Ver materializado nos resultados de um esporte, de uma pintura ou de um instrumento musical o seu talento ajuda a criança a se descobrir e a se gostar mais.


Encoraje a interação: quando a criança tem maior noção sobre quem é e quais são suas qualidades, a interação social fica mais fácil. É importante que ela comece interagindo com crianças de sua faixa etária, que possuam o mesmo grau de desenvolvimento e interesses. Como primeira experiência, convide os amiguinhos da escola para uma tarde de brincadeiras em casa, assim seu filho se sentirá mais confortável. Depois disso, ir à casa dos outros ou a ambientes estranhos com os mesmos colegas se tornará mais fácil.


E não se esqueça: tente não rotular seu filho como “o tímido”, ou “o mais quietinho”, isso acaba diminuindo sua autoconfiança e torna mais difícil vencer a timidez. Sempre o encoraje a socializar e ser ele mesmo em meio aos outros.