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Como lidar com as preocupações das crianças?


Os pequenos não possuem as mesmas obrigações da vida adulta, mas também podem se preocupar como qualquer adulto com suas pequenas obrigações diárias. Da mesma forma, quando estressados ou desapontados, a frustração pode tomar seu estado de espírito. É natural que as crianças também se preocupem, isso faz parte da condição humana e, de acordo com personalidades e temperamentos diferentes, algumas se preocupam mais do que outras. Por isso que os pais precisam ser pacientes e ajudar seus filhos em situações que lhe tragam preocupações, tranquilizando-os e lhes ensinando a medida exata que cada problema demanda. Assim, futuramente, na vida adulta, eles saberão lidar mais facilmente com os desafios da vida, tanto grandes quanto pequenos.


Mas como ajudar seu filho? Como abordar o problema que está o incomodando? Primeiro, demonstre que você se importa, através do diálogo, sempre tente ficar sabendo sobre o que acontece na escola, nas atividades extracurriculares ou dentro da turma de amiguinhos do pequeno. Transforme esse cuidado em uma conversa regular e casual. Demonstrando que você se importa e que quer sempre estar ciente do que acontece na vida de seu filho, ele se sentirá sempre à vontade em lhe contar coisas boas e ruins, assim como exprimir seus sentimentos positivos e negativos.


Além desse diálogo aberto, é importante mostrar que você compreende as preocupações da criança. Não adianta nada escutá-la e minimizar seus sentimentos. Nunca é demais ressaltar que a infância é a época das primeiras descobertas sobre o mundo e um ensaio para aprender a lidar da melhor maneira com os desafios da vida. O que parece muito simples para um adulto pode não ser para uma criança. Portanto, a empatia por parte dos pais é um quesito essencial para a construção da inteligência emocional de seus filhos. Os pequenos problemas da infância podem se tornar mais complexos no futuro se não forem acolhidos com carinho e compreensão pelos adultos amados pelas crianças, seres nos quais elas depositam toda a sua confiança.

Receita para o feriado: pudim de maria-mole

Feriado chegando, é hora de preparar aquele almoço em família para curtir o tempo de descanso. E toda refeição especial pede uma sobremesa deliciosa. Nossa receita de hoje é um pudim de maria-mole super leve e fácil de fazer. Não precisa levar ao fogo e conta com ingredientes simples, confira!

Ingredientes:

— 1 Lata de leite condensado

— 1 Lata de creme de leite sem soro

— 1 Lata de leite integral

— 50 Gramas de coco ralado

— 1 Caixinha de mistura para maria-mole (você encontra em qualquer supermercado)

Modo de preparo:

Misture no liquidificador o leite condensado, o leite, o coco ralado e o creme de leite, batendo sem parar por cerca de 5 minutos.

Com 5 colheres de sopa de água fervendo, hidrate o pó de maria mole separadamente, depois que tiver batido os outros ingredientes. Assim que todo o pó dissolver completamente na água, jogue essa mistura no liquidificador e bata por mais 5 minutos.

Então, despeje o conteúdo numa fôrma de pudim e leve ao congelador por 2 horas.

Rendimento: 10 porções.

5 dicas para ensinar boas maneiras a uma criança


Todos os pais desejam que seus filhos sejam bem-educados. Algumas crianças aprendem facilmente, outras demonstram mais dificuldades, contudo, modelar comportamentos é a melhor maneira de ensinar as boas maneiras e, querendo ou não, a forma como uma criança se porta é uma espécie de reflexo da maneira como seus pais se comportam. Fazer com que o pequeno compreenda a importância básica das boas maneiras é essencial para que ele seja capaz de viver bem em sociedade, tanto durante a infância, quanto mais tarde, na fase adulta. Boas maneiras também refletem uma personalidade agradável e altruísta, pois não significam um simples “obrigado” ou “por favor”, mas o respeito com relação às diferenças e ao espaço de cada um no mundo.


1. Espere respeito: nenhuma criança nasce sabendo como se portar de maneira educada, mas é desde cedo que os pais devem ajudá-la a construir esse comportamento. As raízes da boa educação são saber respeitar e ser sensível ao outro. Desta forma, a sensibilidade é uma das qualidades mais importantes a ser despertada. A sensibilidade de uma criança evolui para o respeito que demonstrará pelo próximo. Saber levar em conta os sentimentos alheios é um misto de sensibilidade e respeito que, naturalmente, resultará em boas maneiras.


2. Ensine palavras-chave desde cedo: até mesmo crianças de 2 anos de idade são capazes de dizer “obrigado” ou “por favor”, ainda que não compreendam totalmente o significado social dessas palavras. Para pequenos dessa idade, “por favor” é o começo de uma interação e “obrigado” o seu final. As crianças começam apenas repetindo as palavras e percebendo sua utilidade prática, para depois atribuírem-lhe um significado. Mas, pelo menos, já são incorporadas em seu vocabulário palavras-chave de respeito que, mais tarde, tendem a adquirir seu significado social.


3. Modele as maneiras: na faixa etária dos 2 aos 4 anos, faça com que seu filho escute e repita palavras-chave como “obrigado”, “por favor”, “desculpe” ou “com licença” conforme você interage com outras pessoas ao longo do dia. Também, utilize com ele as mesmas boas maneiras que você dispensa aos adultos. Assim, o pequeno irá internalizando essa forma polida de tratar as pessoas.


4. Não force as boas maneiras: a linguagem não é uma habilidade a ser forçada, mas a ser repetida e, mais tarde, compreendida. Ainda que seja normal a criança se esquecer de dizer as coisas de maneira educada, sempre pedir pela “palavrinha mágica” antes de conceder-lhe um pedido potencializa seu entendimento. Assim, toda vez que ela desejar algo, saberá que deve acrescentar um “por favor”, principalmente, seguindo o seu exemplo.


5. Corrija de forma adequada: se a criança se comporta mal e é punida de forma ruim por isso, tal ato pode retardar sua compreensão sobre o que significa ser bem-educado, associando a sensibilidade e o respeito ao medo e à punição. Portanto, a melhor maneira de ensinar um bom-comportamento ao seu filho é ensinando-o e corrigindo-o através do seu exemplo.

Criando boas memórias para seu filho


Querendo ou não, muito do que vivemos durante nossa infância repercute na formação de nossa personalidade quando adultos. Infelizmente, o cérebro em desenvolvimento dos pequenos não consegue armazenar muito de suas memórias à longo prazo, especialmente aquelas relativas aos primeiros anos de vida.


Todavia, o cérebro guarda alguns acontecimentos importantes, desde os mais especiais aos mais traumáticos. Mas gostaríamos de dar ênfase à importância de recolher e guardar memórias felizes que possam acompanhar seu filho durante o resto da vida, fazendo com que elas permaneçam e sempre sejam um porto seguro para ele enquanto cresce, como uma forma de voltar àqueles bons tempos de proteção e brincadeiras, onde tudo não parecia tão complicado como quando se atinge a idade adulta.


As crianças normalmente vivem sua infância querendo crescer e adquirir direitos como os dos adultos, sem saber que as responsabilidades implicadas nisto são muitas e nem sempre fáceis. Uma infância que se caracterize pelas boas memórias fortalece o adolescente que se vê parte do mundo sem ainda entendê-lo completamente ou o adulto que passa por algum problema e também precisa encontrar forças dentro de si mesmo para enfrentá-lo.


Por isso, enquanto ainda são pequenos, é importante que os pais mantenham registrados em fotos e vídeos os bons momentos. Quanto aos momentos ruins, é preciso deixar registrado seu lado positivo, de como eles geraram força e determinação na criança quando os vivenciou. Mostrar como cada desafio da vida pode ser superado se acreditarmos em nós mesmos e criarmos forças internas para seguir adiante.


Nossa dica para os pais é que, desde seu nascimento, montem álbuns de fotos, registros, pequenas lembranças da infância de seu filho. Guardando todos esses objetos em uma caixa especial, com pequenas narrativas sobre a importância de cada momento, de cada item ali conservado. Quando as crianças atingem uma maior idade, elas mesmas podem colaborar na montagem dessas memórias, com seus desenhos e outras intervenções que queiram guardar. Isso sempre as deixará ligadas às suas raízes, ao seu começo, ao quanto o início de suas vidas foi cercado de amor e carinho.


A infância pode conter as respostas para aquilo que não entendemos sobre nós mesmos quando adultos. Então, montar uma caixa de memórias que façam com que seu filho recorde e se reconheça nelas mais tarde, certamente será algo extremamente positivo durante o resto de suas vidas, assim como também, durante o resto da vida de seus pais e familiares.

Como a jardinagem estimula o aprendizado das crianças


A jardinagem é uma atividade educativa e lúdica muito indicada para o desenvolvimento cognitivo das crianças. Também ajuda no aprendizado de conhecimentos básicos sobre ciência e biologia. O processo de ver uma planta crescendo incita nas crianças questões como “por que as plantas precisam de Sol? ”, “como elas ‘bebem’ água? ”, “por que as minhocas fazem bem para as plantas? ”. Depois, é possível também causar indagações sobre a composição do solo e a fotossíntese.


O crescimento da planta na medida do tempo também pode ajudar as crianças a desenvolver seus conhecimentos matemáticos: a cada semana, o quanto a planta se desenvolve em centímetros, quantas flores um broto ou semente pode desenvolver, como seu caule vai se dividindo em mais caules e assim por diante.


Cuidar do desenvolvimento de uma planta desde seu broto ou semente também contribui para elevar a disciplina da criança. É como se ela tivesse um serzinho que depende dela para crescer e tornar-se forte. Uma forma de valorizar e encarregar-se de uma vida que surge e permanece diante de seus próprios cuidados.


Outra maneira de potencializar a experiência da jardinagem para os pequenos é fornecendo-lhes livros sobre o assunto. Existem vários títulos infantis disponíveis para esse aprendizado. Também, uma boa ideia é tirar semanalmente uma foto da planta e compará-las depois em conjunto, para que a criança tenha uma visão macro de como se dá o início e o desenvolvimento de uma vida.


Não importa se você mora em apartamento ou se não tem espaço suficiente para um belo jardim. Um ou dois vasinhos já podem despertar todos esses conhecimentos e sentimentos nos pequenos. Basta um cantinho arejado e que bata Sol durante um período do dia. O melhor é pesquisar o tipo de planta mais adequado para o espaço que você dispõe em sua casa. A jardinagem é uma atividade que desperta nas crianças o sentimento de proteger o meio ambiente, algo urgente para nosso planeta e para garantir o futuro saudável das próximas gerações.

Formas de desenvolver autocontrole de seu filho


Atualmente, é cada vez mais difícil poder ensinar a uma criança a desenvolver seu autocontrole emocional. É só pensarmos em como funcionam os tempos modernos: com a popularização de aparatos ligados à Internet, é muito fácil termos informações, objetos e nos comunicar de forma instantânea, tudo parece estar a um click de distância.


No entanto, a realidade é diferente. Nem sempre podemos ter ou fornecer aos nossos filhos aquilo que queremos e aquilo que eles querem. A maneira como o consumo é estimulado com uma publicidade infantil também faz com que as crianças cada vez mais desejem itens supérfluos como se fossem necessários. Quanto mais facilmente as coisas são oferecidas e alcançadas, maior a frustração quando algo não é imediatamente possível ou leva certo esforço e tempo para ser conquistado.


Então, nessa explosão de rapidez e necessidade ligadas à nossa forma de vida moderna, como ensinar nossos filhos o autocontrole emocional, disciplina e paciência?


Crianças não nascem com o dom da paciência, esta é uma habilidade que precisa ser trabalhada. Como dito, nossa cultura moderna nos induz a impaciência. Por isso, é importante desde cedo trabalharmos tal aspecto para um melhor desenvolvimento psicológico de nossos filhos, o que garantirá a eles um crescimento e uma vida mais saudável e sustentável quando alcançarem a idade adulta. Algumas estratégias podem ser aplicadas desde cedo na educação, de acordo com a faixa etária:


Até 12 meses de idade


Até essa idade, os pequenos possuem muito pouco autocontrole, respondendo mais a seus instintos. Os pais precisam saber identificar os sentimentos do bebê, para lidarem melhor com suas necessidades básicas. É importante sempre acalmar a criança nos momentos em que ela apresentar sinais  de estresse. E para este processo, é preciso permanecer calmo e ensiná-la por meio de seu próprio exemplo. Além disso, indique os comportamentos aceitáveis e errôneos, estabeleça os limites básicos de conduta a partir do momento em que o bebê seja capaz de compreendê-los, especialmente pelo modelo da repetição.


De 1 a 2 anos de idade


Nessa fase, as crianças vivem em seu pequeno mundinho, demonstrando fortemente seus sentimentos e necessidades. Mas isso não significa que os pais devam sempre ceder. É preciso estabelecer uma rotina para que a criança internalize seus deveres e horários, aprendendo assim a esperar e desenvolver seu autocontrole. Sempre que possível, dê a ela a chance de escolher, mas ensinando-a como escolher. Por exemplo: do que desejam brincar, qual história desejam escutar ou o que comer. Estas são chances de já estabelecer certos limites, além de fazer com que o pequeno se sinta também no controle.


De 2 a 3 anos de idade


A partir dessa idade é preciso continuar o processo de orientação sobre as escolhas da criança e respeitar sua rotina. Também, é um bom momento para exercitar sua paciência, fazendo com que aprenda a esperar. Aprender a esperar faz com que a criança perceba que não só ela tem necessidades, mas os outros também. Esperar pode ser aprendido através da brincadeira, quando um brinquedo ou videogame é compartilhado. No dia a dia, existem outras inúmeras oportunidades para isso. O importante é que os pais nunca percam o autocontrole para que possam ensiná-lo a seus filhos.


Apenas um fato importante para finalizar: as crianças que são acostumadas a terem tudo que desejam não são necessariamente as mais felizes.