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Tubérculos saudáveis

Quando pensamos em tubérculos, logo vem a nossa mente a batata, o mais popular desse tipo de leguminosas. No entanto, a batata é pobre em vitaminas, proteínas e fibras, sendo apenas uma fonte poderosa de carboidratos. Mas outros tubérculos são muito mais saudáveis e até mais saborosos, sendo ótimas opções para substituí-la no cardápio. Separamos alguns deles com ideias de consumo que vão agradar a criançada.

Mandioquinha: Também conhecida como batata salsa ou batata baroa, esta tuberosa é rica em fibras, tem ação antioxidante, altos níveis de vitamina C, E, B e K. É também uma boa fonte de cálcio. Sugestão de consumo: purê de mandioquinha é uma delícia para o almoço como acompanhamento. Amasse 4 mandioquinhas pré-cozidas, misturando 1 colher de sopa de manteiga e sal a gosto.

Mandioca: Atende também pelo nome de aipim ou macaxeira, dependendo da região do país. A mandioca é o alimento base da cultura indígena e por isso tão popular no Brasil. Fonte natural de fibras e potássio, é altamente energética, sendo recomendada até para quem tem diabetes, além de possuir ação antioxidante. Sugestão de consumo: cozida na água, com um pouco de sal. O cozimento é demorado, cerca de 1 hora. Dica: ao comprar a mandioca, descasque-a e coloque-a direto na água para conservar por até um dia. Você também pode descascá-la e levar ao congelador, com validade de até 3 meses.

Batata doce: Muito consumida para a prática de esportes e emagrecimento, a batata doce possui baixo índice glicêmico, já que sua absorção é mais lenta. É também um carboidrato complexo recomendado para diabéticos. Ajuda na formação de colágeno e é rica em vitaminas A, B e C, além de fibras. Sugestão de consumo: assada. Pré-aqueça o forno por 10 minutos a 220 °C. Coloque a batata com casca e tudo no forno, virando de lado a cada 10 minutos por cerca de 40 minutos. Sirva em seguida, com casca e tudo, basta cortá-la no meio e raspar o conteúdo com uma colher.

Inhame: Outra tuberosa de tradição indígena, o inhame é outra fonte riquíssima em fibras. É rico em ferro, potássio, cálcio, cobre, fósforo e magnésio, fonte de fibras e ácido fólico, sendo o mais saudável desses quatro tubérculos. Sugestão de consumo: cozido. Descasque e pique o inhame, cozinhe por 30 minutos em água fervente. Sirva com um pouco de sal e manteiga de café da manhã, fica uma delícia!

Formas caseiras de curar e confortar


Mudança de estações, como esta do inverno para a primavera, acabam sempre causando algumas mudanças de temperatura, umidade e qualidade do ar. Isso acarreta, às vezes, aqueles resfriados, alergias e indisposições diversas nos pequenos. Contudo, toda mãe conhece algumas formas caseiras de aliviar certos mal-estares que um dia sem casaco ou um vento mais gelado podem causar, trazendo conforto quase imediato para as crianças.


Para problemas respiratórios, gripes e resfriados, uma boa maneira de acelerar a melhora da criança é preparar uma sopinha quente. A canja é a receita mais comum. A proteína da carne, as vitaminas dos legumes e o carboidrato do arroz são uma bomba de nutrientes para dar vitalidade à criança. Além do que, a sopinha quente conforta e abre as vias aéreas. Outra boa dica, para gripes, resfriados ou alergias que deixam o nariz dos pequenos entupido, é adicionar um pouco de curry, tempero indiano picante que ajuda a abrir as vias aéreas e esquenta o corpo, acelerando o trabalho do sistema imunológico. Chás quentes com gengibre, mel e limão podem também ser um alívio imediato para esse tipo de mal-estar.


Quando o tempo está muito seco, também são comuns problemas respiratórios. Nesses casos, o ideal é tentar umidificar o quarto da criança. Existem umidificadores de ar à venda em farmácias e lojas especializadas em produtos médicos que são aliados poderosos. Utilizando uma solução de soro fisiológico, o aparelho produz uma inalação que abre as vias respiratórias. Mas, caso você não disponha de um umidificador, pode aplicar a solução de soro fisiológico diretamente no nariz do pequeno, assim como deixar uma toalha molhada perto de sua cama. Conforme a umidade da toalha evapora, esse processo ajuda a equilibrar a qualidade do ar no ambiente.


Para problemas de digestão, evite dar antiácidos para as crianças. O melhor é utilizar alimentos naturais que equilibrem o ph do estômago, tais como batata, couve, milho, pimentão e uva. Até mesmo uma mistura de água com suco de limão pode combater a acidez, pois, apesar dessa fruta ser cítrica, ela tem um efeito neutralizador de ácidos quando chega ao estômago. O mesmo se aplica ao abacaxi, que possui enzimas proteolíticas, que neutralizam as proteínas. Mas caso utilize essa fruta com antiácido, certifique-se de que a criança não consuma carboidratos junto, pois eles acabam inibindo sua ação.


Para casos de constipação intestinal, são muitos os alimentos que podem sanar esse problema, evitando o uso de purgantes ou supositórios de farmácia. A fruta mais poderosa é o mamão e mesmo as suas sementes podem ser consumidas para acabar com a constipação. Outros alimentos que equilibram a quantidade de fibras no organismo são: folhas verdes, brócolis, laranja com bagaço, leguminosas (abóbora, cenoura, beterraba, inhame), oleaginosas (grão de bico, lentilha, feijão, ervilha), damasco, ameixa, aveia e cereais integrais.


Portanto, quando seu filho estiver com alguma dessas indisposições comuns, é melhor ir antes à geladeira do que à farmácia. Evitar o uso de remédios desde a infância é garantir a saúde do pequeno no futuro.

5 nutrientes essenciais para o inverno



As baixas temperaturas já estão dando o ar da graça nesses últimos dias, indicando a proximidade do inverno. Com isso, ficamos um pouco apreensivos se o frio não vai causar aquelas doenças chatas que prejudicam o bem-estar das nossas crianças. No entanto, de uma forma natural, podemos prevenir gripes, resfriados, amidalite, otite, alergias e outras doenças comuns na estação: basta incluir na alimentação vitaminas e minerais que previnem ou atenuam esses males e dão ao pequeno uma resistência imunológica maior. Separamos os 5 principais parceiros do sistema imunológico para este inverno e suas fontes naturais de consumo:


1. Vitamina C: o mais popular entre os nutrientes contra gripes e resfriados é a vitamina C. Seu consumo por meio de alimentos naturais é mais indicado do que pastilhas compradas em farmácias. Ao contrário do que normalmente dizem por aí, a vitamina C não necessariamente previne doenças respiratórias, mas reduz a potencialidade de seus diversos sintomas. Ela age como um antioxidante, protegendo o corpo contra vários outros males, como problemas cardíacos e câncer. Também é fundamental para a produção de colágeno, elemento envolvido na renovação da pele e fortificação dos ossos.


Alimentos indicados: principalmente frutas cítricas, kiwi, acerola, morango. Também em vegetais frescos como repolho, brócolis e ervilhas.


2. Ferro: o ferro é imprescindível para a formação de hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio em nosso corpo. Também é necessário para a produção de energia, performance intelectual e vitalidade. Quando não consumido propriamente, pode levar à anemia, causando letargia e cansaço.


Alimentos indicados: a carne vermelha é uma rica fonte de ferro, assim como ovos, feijão, lentilha e frutas secas. Algumas farinhas de trigo disponíveis no mercado são enriquecidas com o nutriente. Consumir alimentos ricos em vitamina C juntamente com alimentos ricos em ferro ajudam em sua absorção.


3. Vitamina A: elemento importantíssimo para o processo de cicatrização e renovação de tecidos e formação de colágeno. Tem poder antioxidante, é um fortalecedor do sistema imunológico e faz bem para a visão.


Alimentos indicados: Leite, gema do ovo, fígado de boi ou galinha, cenoura, tomate, vegetais de cor verde escura (brócolis, couve, rúcula), manga, damasco e peixes com carne mais gordurosa, como salmão, atum, arenque e sardinha.


4. Vitamina E: também possui função antioxidante, atuando na proteção das membranas celulares. Fortalece o sistema imunológico, faz bem para a pele e pode prevenir problemas de coração e câncer.


Alimentos indicados: nozes, castanhas, amêndoas e pistaches são excelentes fontes de vitamina E, assim como vegetais de cor verde escura (brócolis, couve, rúcula) e cereais.


5. Selênio:  mineral essencial para a atuação das enzimas que defendem o corpo de doenças. Também possui função antioxidante e fortalece o sistema imunológico.

Alimentos indicados: cereais, carne vermelha, peixe e castanha-do-pará.

Lasanha saudável de berinjela

Difícil achar alguém que não goste de lasanha, é um prato quase unânime. O problema são as calorias que cada fatia tem. Mas existem alternativas para substituir os ingredientes mais calóricos e torná-la mais prática e saudável. A receita de hoje ensina a fazer uma lasanha de berinjela sem glúten. Ela também não leva carne, mas é rica em proteínas, uma vez que substituímos por nozes e ricota. Experimente prepará-la neste feriado prolongado para família.

Ingredientes:
Primeiro, faça o molho de ricota:
— 1 ½ Xícaras de nozes (200 g), você pode substituir por castanhas do Pará, de caju ou amêndoas, se preferir.
— 2 Xícaras (300 g) de ricota fresca
— ½ Xícara de folhas frescas de manjericão
— 2 Colheres de sopa de orégano desidratado
— Suco de 1 limão
— 1 Colher de sopa de azeite de oliva
— 1 Colher de sopa de sal
— Pimenta do reino a gosto
— ½ Xícara de água
— Opcional: 1 xícara de queijo parmesão ralado (para dar mais sabor)

Modo de fazer: bata todos os ingredientes no processador ou liquidificador, colocando os líquidos por baixo. Vá adicionando água aos poucos, para adquirir consistência. Reserve.

Depois, o molho de tomate:
— 4 Tomates maduros
— 1 Dente de alho picado
— 1 Cebola picada
— 1 Colher de sopa de azeite de oliva
— 1 Colher de sopa de mel
— Sal e pimenta a gosto

Modo de fazer: refogue o alho e a cebola no azeite de oliva. Adicione os tomates picados e sem as sementes. Refogue e deixe cozinhando em fogo médio por 30 minutos. Adicione sal e pimenta a gosto e corrija a acidez com o mel.
Montagem da lasanha:
— 3 Berinjelas fatiadas
— 2 Colheres de sopa de azeite de oliva

Modo de fazer: Pré-aqueça o forno a 200°C. Esta é a parte mais fácil. Unte a forma com o azeite de oliva. Disponha uma camada de molho de tomate, uma de berinjela e outra do molho de ricota. Repita as camadas: molho de tomate, berinjela, molho de ricota, montando a lasanha. Você pode pôr um pouco de parmesão e azeite de oliva por cima para gratinar. Leve ao forno por 40 minutos. Sirva em seguida.

Rendimento: 10 porções.

Prevenindo a desidratação em bebês

Nesta estação de altas temperaturas, a desidratação dos bebês é um perigo em potencial. Os pequenos precisam de líquido com muito mais frequência que os adultos, uma vez que seu aparelho digestório ainda em formação possui menor capacidade de armazenamento. Para bebês com menos de 6 meses que só mamam no peito, é importante que a mamãe sempre se mantenha hidratada. Normalmente, a amamentação é o suficiente para hidratação do pequeno e, em certos casos, água e soluções hidratantes podem ser recomendadas pelo pediatra.

Já no caso de bebês com mais de meio ano de vida, podem ser administradas pequenas quantidades de água junto com a amamentação regular. Oferecer alguns alimentos sólidos também é uma boa opção para prevenir a desidratação.

O jeito mais simples de saber se seu bebê está precisando de mais líquidos é observando a troca de fraldas. Se o pequeno está trocando menos de seis fraldas molhadas por dia, ofereça-lhe maior quantidade de líquidos. Outros possíveis sinais de desidratação são os seguintes:

— Ficar sem fazer xixi por mais de três horas;
— Urina mais escura e concentrada;
— Lábios e boca secos;
— Pele seca e descamando;
— Olheiras, olhos afundados;
— Poucas lágrimas quando chorar;
— Sonolência exagerada;
— Menor energia e respostas mais fracas aos estímulos.

Se algum desses sintomas for notado, o recomendável é entrar em contato com seu pediatra ou encaminhar o bebê ao atendimento médico mais próximo, para que um profissional oriente o tratamento de reidratação mais eficaz.

Como alimentar seu filho quando ele está doente

Não são poucas as vezes em que nossos pequenos ficam doentes e, consequentemente, abatidos e sem apetite. Nessas ocasiões, o que é recomendado que eles ingiram, especialmente se a enfermidade dura um período maior? Sempre tememos que eles percam peso e enfraqueçam, retardando sua recuperação.
As crianças mais novas costumam ficar doentinhas mais frequentemente. Gripes, resfriados e outras viroses estão na ordem do dia. Evitar esses quadros é um pouco difícil, uma vez que nossos bebês estão sempre em contato com outras crianças e adultos. Como o sistema imunológico dos bebês ainda está armando suas defesas, tendo o primeiro contato com vírus considerados comuns, eles ficam doentinhos frequentemente e isso é parte normal de seu desenvolvimento.
A prevenção sempre é o melhor remédio, mas é difícil que crianças mais novas sigam certas regras de higiene como lavar as mãos ou não levar objetos sujos à boca. Quando os pequenos ficam doentes também não podemos força-los a comer, pois é normal e frequente a perda de apetite.
A princípio, a criança deve comer aquilo que lhe apeteça, a não ser que esteja sofrendo de uma enfermidade gastrointestinal (o que exige uma dieta mais leve e muita hidratação). Via de regra, não é necessário seguir nenhuma dieta especial e, se se recusa a comer alguma coisa, não se deve insistir para que coma.
Mas o mais importante é aumentar a ingestão de líquidos. Durante qualquer enfermidade, nosso corpo necessita de mais água, especialmente na presença de quadros febris. Alimentos como frutas e vegetais, além de caldos, vitaminas e sucos naturais são recomendados.
Se o bebê ainda mama no peito, claro que o leite materno é o melhor remédio. Tente aumentar a frequência de mamadas durante o período da enfermidade. Os maiorzinhos precisam de alimentos de fácil digestão e mastigação: arroz, purês, massas, sopas, iogurte, mingau.
Quando a doença passa, é hora de incrementar a dieta com mais nutrientes, a fim de repor as forças: proteínas e vitaminas para repor o peso perdido e continuar com o crescimento adequado. Refeições extras podem figurar na rotina, mas sempre contando com alimentos nutritivos como cereais integrais, ovos, legumes, peixes, carnes, frutas secas e frescas e derivados de leite. Evite oferecer alimentos fritos, industrializados ou doces até a recuperação total do corpo.