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Como lidar com as preocupações das crianças?


Os pequenos não possuem as mesmas obrigações da vida adulta, mas também podem se preocupar como qualquer adulto com suas pequenas obrigações diárias. Da mesma forma, quando estressados ou desapontados, a frustração pode tomar seu estado de espírito. É natural que as crianças também se preocupem, isso faz parte da condição humana e, de acordo com personalidades e temperamentos diferentes, algumas se preocupam mais do que outras. Por isso que os pais precisam ser pacientes e ajudar seus filhos em situações que lhe tragam preocupações, tranquilizando-os e lhes ensinando a medida exata que cada problema demanda. Assim, futuramente, na vida adulta, eles saberão lidar mais facilmente com os desafios da vida, tanto grandes quanto pequenos.


Mas como ajudar seu filho? Como abordar o problema que está o incomodando? Primeiro, demonstre que você se importa, através do diálogo, sempre tente ficar sabendo sobre o que acontece na escola, nas atividades extracurriculares ou dentro da turma de amiguinhos do pequeno. Transforme esse cuidado em uma conversa regular e casual. Demonstrando que você se importa e que quer sempre estar ciente do que acontece na vida de seu filho, ele se sentirá sempre à vontade em lhe contar coisas boas e ruins, assim como exprimir seus sentimentos positivos e negativos.


Além desse diálogo aberto, é importante mostrar que você compreende as preocupações da criança. Não adianta nada escutá-la e minimizar seus sentimentos. Nunca é demais ressaltar que a infância é a época das primeiras descobertas sobre o mundo e um ensaio para aprender a lidar da melhor maneira com os desafios da vida. O que parece muito simples para um adulto pode não ser para uma criança. Portanto, a empatia por parte dos pais é um quesito essencial para a construção da inteligência emocional de seus filhos. Os pequenos problemas da infância podem se tornar mais complexos no futuro se não forem acolhidos com carinho e compreensão pelos adultos amados pelas crianças, seres nos quais elas depositam toda a sua confiança.

10 dicas para as crianças dormirem melhor


Se toda noite é aquela mesma saga para fazer o seu filho dormir, talvez seja propício tomar algumas medidas que o ajudem a pegar no sono no horário conveniente. Estas 10 dicas podem ajudar a criança a seguir uma rotina ideal para o sono da família toda:

  1. Evite grandes refeições e alimentos pesados pelo menos 2 horas antes do momento de dormir, assim como bebidas ou comidas que contém cafeína 6 horas antes de ir para cama.

  2. Depois do jantar, é melhor não haver atividades estimulantes e brincadeiras que despendam muita energia, elas acabam tirando o sono das crianças. O melhor é relaxar, ler uma boa história e dar um tempo para a digestão.

  3. Avise seu filho com certa antecedência sobre o horário de ir dormir, por exemplo: “daqui a 30 minutos é hora de deitar e dormir”. Mas avise apenas uma vez. Se você reiterar essa informação, acaba dando chance a criança de postergar a hora de finalmente descansar.

  4. Logo depois desse aviso, estabeleça uma rotina de relaxamento no quarto da criança. É um tempo para curti-la, contar histórias, conversar ao seu lado na cama. Evite contos assustadores ou ligar a TV. Também, é melhor ler histórias conhecidas e apreciadas pela criança, pois, aquilo que já lhe é familiar a faz relaxar.

  5. Evite cantigas de ninar e balançar a criança no berço ou em seu colo para fazê-la dormir, porque isso pode condicioná-la a só dormir com o movimento ou a música. Desta forma, se ela acordar no meio da noite, você acabará tendo que repetir o procedimento. O melhor é condicioná-la a dormir em contato com algum objeto que lhe dê conforto, como um cobertor ou um bichinho de pelúcia.

  6. Garanta o conforto de seu filho na cama ou no berço. Pijamas, cobertores, travesseiros e ursinhos de pelúcia não devem restringir seus movimentos. Da mesma forma, a temperatura do quarto deve estar agradável.

  7. Se seu filho chama por você logo depois de ficar sozinho no quarto, não o responda imediatamente. Essa atitude o fará lembrar que está na hora de dormir e também lhe dará a chance de acalmar-se e dormir sozinho, enquanto espera por você atendê-lo.

  8. Se a criança sair do quarto no meio da noite, conduza-a gentilmente à cama e lembre-a que é hora de dormir.

  9. Alguns objetos que acalmam a criança podem ser bons aliados para fazê-la relaxar, não só bichinhos de pelúcia para abraçar, como também alguns aromas calmantes que você pode borrifar no quarto ou uma meia luz agradável para os pequenos que têm medo de escuro.

  10. Estabeleça uma lógica de compensação para cada noite que a criança passa inteirinha em seu quarto, sem problemas para dormir. Assim, se ela receber algo que deseja por dormir direitinho, acaba internalizando mais facilmente a importância de seguir essa rotina.

Receita para o feriado: pudim de maria-mole

Feriado chegando, é hora de preparar aquele almoço em família para curtir o tempo de descanso. E toda refeição especial pede uma sobremesa deliciosa. Nossa receita de hoje é um pudim de maria-mole super leve e fácil de fazer. Não precisa levar ao fogo e conta com ingredientes simples, confira!

Ingredientes:

— 1 Lata de leite condensado

— 1 Lata de creme de leite sem soro

— 1 Lata de leite integral

— 50 Gramas de coco ralado

— 1 Caixinha de mistura para maria-mole (você encontra em qualquer supermercado)

Modo de preparo:

Misture no liquidificador o leite condensado, o leite, o coco ralado e o creme de leite, batendo sem parar por cerca de 5 minutos.

Com 5 colheres de sopa de água fervendo, hidrate o pó de maria mole separadamente, depois que tiver batido os outros ingredientes. Assim que todo o pó dissolver completamente na água, jogue essa mistura no liquidificador e bata por mais 5 minutos.

Então, despeje o conteúdo numa fôrma de pudim e leve ao congelador por 2 horas.

Rendimento: 10 porções.

Dizer "não" às crianças como forma de criar limites


Por que é tão importante saber dizer “não” ao seu filho? A resposta parece óbvia, pois esta é uma forma de criar limites. Mas todo pai e toda mãe sabe que nem sempre é fácil negar os desejos dos pequenos e, também, é bastante cansativo estar sempre atento para os limites que devem ser impostos em determinadas situações. Mesmo quando não estamos lidando com crianças, dizer “não” pode ser algo custoso, mas sabemos que, apesar de ser imediatamente mais fácil dizer “sim”, a longo prazo, os custos de não impor certas limitações, tanto a nossos filhos quanto a outras pessoas de nossa convivência, podem ser muito mais trabalhosos.


As crianças nascem sem saber quais são os limites do convívio em sociedade e seu papel nela, por isso, cabe aos pais demonstrar e ensiná-las. Ao dizer “não” a seu filho, você estará não só negando os seus desejos muitas vezes equivocados, mas também, ensinando-o a tolerar a frustração, o desapontamento, assim como a demonstrar agradecimento pelo que os outros podem fazer por ele. Nem sempre ou quase nunca conseguimos que o mundo se porte da forma como mais nos agrada. Desta forma, dizer “não” é como um preparo para que seu filho saiba lidar com as intempéries da vida.


Uma das maiores críticas que vemos sendo lançadas com relação à geração Y (nascidos entre o final da década de 1970 e o começo da década de 1990) e à geração Z (nascidos entre meados da década de 1990 e a primeira década do século XXI) é de como esses indivíduos são infelizes em suas vidas pessoal e profissional, justamente por não saberem lidar com as frustrações da vida. Em geral, foram educados para se sentirem muito especiais e sempre merecedores daquilo que desejam e do que há de melhor. No entanto, sabemos que a vida não ocorre desta maneira.


A isso podemos somar a necessidade que muitos pais (muitos deles pertencentes à geração X e, até mesmo, à geração Z) sentem em tornar o pouco tempo que possuem disponível com seus filhos em momentos de prazer, evitando qualquer situação desagradável. Mas educar uma criança não é só alegria, é também compromisso com a sua formação mais elevada. Educar significa impor limites e preparar o pequeno para o mundo, não para si mesmo. Assim, é preciso dizer “não” mesmo quando isso pareça algo cansativo ou quando desfavoreça a criança. É preciso que os pais tenham força e convicção nesse sentido. Futuramente, seu filho irá lhe agradecer por isso.

DIY: caixa de lenço de coelho

Utilizar materiais recicláveis para criar objetos lindos com a ajuda das crianças é uma opção sustentável e educativa. No post de hoje, com uma caixa de papelão, fita adesiva e tinta, ensinaremos a confeccionar uma caixa de lenços muito fofa, em formato de coelhinho. Os lenços saem pelo rabinho do coelho, conferindo ainda mais charme ao seu artesanato.



Materiais:


— Caixa de papelão


— Lápis


— Estilete


— Tesoura


— Fita adesiva


— Régua


— Tinta acrílica


— Pincel


— Caneta preta marcador permanente


— Lenços



Modo de fazer:


Comece medindo a caixa de papelão com a régua, você precisará das seguintes medidas marcadas no papelão:


a)    Um retângulo comprido de 42 cm, dobrado em 3 partes, o corpo do coelhinho.


b)    Outros 3 quadrados de 14 cm de lado, para as laterais. Faça um buraco redondo no centro de um dos quadrados, para o rabinho por onde sairá os lenços.


c)    2 orelhas de 10 cm de altura e 4,5 cm de largura na parte mais grossa.


Na borda inferior de cada uma das 6 faces do quadrado (tanto em 2 dos 3 quadrados que se formam dobrando-se em 3 o retângulo, quanto nos 3 quadrados de 14 cm de lado), faça cortes de 2 cm com o estilete para encaixar as partes, como na imagem.



Com a fita adesiva, junte as partes, encaixando-as. Deixe a face inferior sem a fixação da fita adesiva, para poder colocar os lenços dentro do coelhinho.



Depois de bem fixados os lados, cole as orelhinhas com fita adesiva na face superior da caixa de lenços. Então, é só pintar o coelhinho com tinta acrílica da cor que você preferir. Nós usamos cor-de-rosa, mas você pode optar por branco, cinza ou cores mais vivas.


Deixe secar por pelo menos 3 horas, depois finalize desenhando os olhos, focinho, bigodinhos e boca do coelho.



Insira os lenços dentro da caixinha e puxe pelo buraco do rabinho. Pronto! Seu porta-lenços artesanal está pronto para conquistar um cantinho especial na sua casa.

5 dicas para lidar com uma criança teimosa


É um desafio para vários pais lidar com a teimosia de seus filhos. Existem diferentes níveis de teimosia, dependendo da personalidade da criança, no entanto, a solução para saná-las é sempre a mesma: mostrar que tal comportamento não funciona. Geralmente, a teimosia é característica que acompanha uma personalidade forte, uma criança questionadora que muitas vezes utiliza essa atitude quase como uma forma de se rebelar. É importante também ressaltar que nem sempre uma criança criada livremente, tendo autonomia com relação à maioria de suas escolhas, desenvolve essa, digamos, persistência em sua conduta.



Além da personalidade forte, crianças teimosas são, geralmente, bastante criativas e inteligentes. Possuem uma visão diferente de mundo que desenvolveram sozinhas e, por isso, costumam tentar impor suas vontades aos outros, inclusive aos pais. Contudo, apesar de a teimosia também indicar esses aspectos positivos, ela acaba inibindo o desenvolvimento da tolerância e da paciência quando não domada. Outras características que também podem indicar teimosia são:



— A criança possui um desejo muito forte de ser reconhecida e ouvida, necessitando de muita atenção.



— É bastante independente.



— Prefere fazer o que gosta e geralmente se dedica intensamente a isso.



— Tem momentos de birra bastante regulares.



— Possui um grande senso de liderança, sendo um tanto mandona alguma vezes.



— Gosta de fazer as coisas no seu tempo.



Existem algumas formas de os pais lidarem com essas características fortes, modelando o comportamento da criança teimosa e construindo sua tolerância e paciência, por exemplo:

  1. Escute, não grite: em qualquer situação envolvendo uma criança, o certo é não gritar com ela em nenhum momento. Gritando, você acaba reforçando um comportamento agressivo e criando sentimentos negativos no pequeno, tais como medo, raiva, angústia e a própria agressividade.

  2. Respeite a visão da criança: conectar-se ao pequeno e aos motivos que fazem com que ele se comporte com teimosia é o melhor caminho para encontrar a solução para o problema. É preciso respeitar a criança, por mais birrenta que seja a sua atitude. De outro modo, é possível que “fazer pouco” de sua opinião seja um combustível para a sua birra.

  3. Dê a ela opções para escolher: se a criança não que fazer aquilo que você acha correto que ela faça, abra a ela um leque de opções para que perceba que, realmente, a melhor é a que você propõe.

  4. Negocie: dando opções de escolha ao pequeno, você acaba também o ensinando a negociar, a perceber os prós e contras de suas atitudes e a pensar bem antes de agir.

  5. Reforce seus comportamentos positivos: toda vez que a criança se comporta de maneira positiva, é preciso ressaltar para ela esse avanço, seja com um beijo, um abraço ou uma palavra. Dessa maneira, ela associará a atitude a algo benéfico para si mesma.