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Treinando o pensamento positivo na infância


Todos os pais desejam que seus filhos sejam felizes e completos durante a vida. Que cresçam para realizarem seus sonhos e se tornem indivíduos prósperos. Mas, por melhor que seja a vida que tentamos oferecer a nossos filhos, invariavelmente, eles irão se deparar com dificuldades e nem sempre poderemos ajudá-los.


Uma das grandes armas que podemos utilizar para enfrentar melhor os problemas é desenvolver um mecanismo de pensamento positivo que nos auxilie a superar com maior leveza os problemas. Aprender a pensar positivo é algo que começa desde a infância e, por isso, algumas atitudes podem desenvolver essa habilidade nos pequenos para que eles também saibam se preservar e seguirem em frente cada vez mais fortalecidos.

  1. Ensine seu filho a controlar seus monólogos internos, aqueles pensamentos que, na medida que se tornam correntes, acabam tomando o estatuto de verdade para os pequenos. Por exemplo, uma criança que tem pouca facilidade com esportes pode repetir para si mesma que “não serve para aquilo” ao invés de mentalizar algo como “vou me esforçar até aprender”. O pensamento negativo, acaba sendo legitimado pela repetição. Por isso, é preciso saber lidar com esse tipo de auto depreciação, para ser capaz de balancear os dois lados da moeda e manter-se positivo, mesmo em situações exigentes.

  2. Lembre seu filho que manter uma atitude positiva ou negativa com relação a certos eventos da vida é uma opção dele. Permanecer com uma atitude negativa é como envenenar a si mesmo, barrar a própria força de vontade e motivação diante dos obstáculos. Desafios estão aí para serem vencidos, não para nos derrubar.

  3. Crie dentro da sua casa e da rotina de sua família um ambiente e momentos propícios para a alegria. Um cantinho da sala com brinquedos e sofás para que a família brinque junto. Um pequeno refúgio de felicidade que seja o melhor remédio para aqueles dias mais difíceis.

  4. Encoraje seu filho a praticar e desenvolver atividades que contribuam para a sua autoestima. Fazer algo de que ele goste e desenvolver esse talento faz com que a criança se sinta mais capaz de alcançar também outras coisas. Ademais, aprender um instrumento musical, uma técnica artística ou esporte também traz valiosas lições sobre determinação e disciplina.

  5. Uma ideia criativa para ajudar seu filho a lidar com pensamentos positivos e negativos é estimulá-lo a ter um diário. Assim, toda vez que algo bom ou ruim acontecer, ele pode registrar seus sentimentos no papel e, em situações futuras, tanto boas quanto ruins, voltar e perceber como era sentir-se triste antes e como isso invariavelmente vai passar. A experiência escrita faz com que ele perceba a possibilidade de amadurecimento emocional mais claramente.

DIY: bichinhos de meia


Bichinhos de meia são sempre uma forma divertida de criar com os pequenos. Materiais simples que temos em casa podem virar brinquedos fofos para presentear, decorar ou apenas brincar. A imaginação dos pequenos vai a mil dando vida a esses bichinhos, então, que tal testar esse faça você mesmo com seu filho neste fim de semana? Você vai precisar de:



Materiais:


— Meias


— Tesoura


— Caneta permanente preta


— Mini pompons (você também pode utilizar botões se preferir)


— Pedaços coloridos de feltro


— Pistola de cola quente


— Algodão ou poliéster para fazer o enchimento


Modo de fazer: confira o passo a passo nas imagens.



Encha a meia com o enchimento. Dobre a parte da canela da meia para trás e cole com cola quente. Depois, cole os mini pompons como olhos e nariz, e desenhe a boquinha com a caneta permanente.



Recorte nos pedaços de feltro colorido as orelhinhas, barriguinha, rabinho e braços do bichinho, como na foto. Fixe os pedaços de feltro com cola quente.



Pronto! Com uma variedade de cores e meias, você pode criar gatinhos, coelhinhos, cachorrinhos nesse modelo, até mesmo monstrinhos! É só deixar a imaginação de seu pequeno mandar!

7 dicas para estudar com seu filho


As crianças normalmente vão melhor na escola quando seus pais se interessam por aquilo que estão aprendendo e tomam parte na realização das tarefas e trabalhos que os professores mandam para casa. Claro que a correria do dia a dia nem sempre nos deixa participar tanto assim, passando horas ao lado do pequeno sobre a escrivaninha, ajudando-o a fazer a atividade diária em seu caderno. Mas existem outras maneiras de auxiliá-lo além do ato de acompanhar a realização da tarefa de casa: é possível ajudá-lo dando o exemplo de como ser mais organizado com seus horários para aprender, dando aquela força na resolução de uma questão mais difícil ou apenas o encorajando a dar um tempo para descansar e voltar a estudar depois. Seguem 7 dicas sobre o assunto:

  1. Conheça os professores de seu filho: a primeira medida para participar mais da vida escolar da criança é conhecer a escola em que ela está matriculada e o seu corpo docente. Isso também envolve sempre ir às reuniões de pais e mestres, assim como ter uma relação próxima com o professor titular da turma.

  2. Conheça a ementa pedagógica da série em que está seu filho: ter mais ou menos uma ideia do conteúdo que a criança estará estudando durante o ano é uma boa preparação para escolher filmes e livros que possam acrescentar algo a esse aprendizado. Além do mais, muitas vezes, nós mesmos temos de nos preparar para falar de certos assuntos que os pequenos estão aprendendo e dos quais já nos esquecemos há tempos.

  3. Defina um espaço para o estudo: definir um cantinho apenas dedicado aos estudos dentro de casa, ajuda a criança a se organizar melhor. Toda vez que ela senta naquela escrivaninha ou entra no escritório, consegue ter em mente que aquele é um momento dedicado aos estudos e que precisa concentrar-se.

  4. Evite as distrações dentro do espaço e horário de estudos: justamente por esse espaço ser exclusivo aos estudos, é preciso que ele possua o mínimo possível de distrações. Isso inclui também distrações na Internet.

  5. Ajude o pequeno a se planejar: mais do que ter um cantinho silencioso para se concentrar, é preciso também ter organização para estudar. Todo dia, é necessário um determinado período de tempo em que ele se dedique a fazer as lições de casa e a ler. Ajude-o a montar um cronograma semanal de estudos a ser seguido.

  6. Dê o exemplo: não adianta nada os pais tentarem ensinar uma rotina organizada de estudos para seus filhos se eles mesmos não conseguem lidar direito com seu tempo. Portanto, tente dar o exemplo!

  7. Elogie o esforço de seu filho: também é preciso dar um feedback positivo a seu filho com relação à sua dedicação aos estudos. Aprender não é fácil e, por mais que muita gente entenda isso como uma simples obrigação da criança, também exige bastante dela. Por isso, temos de valorizar esses pequenos esforços de nossos filhos, contribuindo para que se tornem adultos motivados e persistentes no futuro.

Talharim com iogurte grego e cebola caramelizada


A receita de hoje é para aquelas jantas especiais nestas noites frias de outono: pasta com creme e cebola caramelizada. Uma delícia com textura e sabor inconfundíveis! Além, é claro, de levar ingredientes simples e ser de rápido preparo.


Ingredientes:


— 2 Dentes de alho


— 1 Colher de sopa de azeite de oliva


— 1 Colher de sopa de manteiga sem sal


— 2 Cebolas médias


— 2 Colheres de sopa de açúcar mascavo


— 1 Xícara de caldo de vegetais ou frango


— 300 Gramas de talharim


— 1 Xícara de iogurte grego tradicional (você pode substituir por coalhada ou nata)


— Sal e pimenta do reino a gosto


— 150 Gramas de parmesão ralado


Modo de fazer: coloque o talharim para cozinhar, conforme as instruções do pacote. Esprema os dentes de alho e corte as cebolas em fatias finas. Em uma panela, adicione a manteiga e o azeite, esquente em fogo médio. Adicione as cebolas, refogue um pouco, adicione o alho, refogue mais e acrescente o açúcar mascavo, sempre mexendo. Quando estiver no ponto, as cebolas quase queimando, adicione o caldo de vegetais ou frango e deixe ferver por 5 minutos. Escorra o talharim e o coloque numa vasilha. Despeje o molho de cebolas por cima da massa. Adicione o iogurte, tempere com sal e pimenta e misture bem. Finalize com queijo ralado por cima.


Rendimento: 4 porções.

Ajudando seu filho a lidar com emoções


Todo mundo que é pai ou mãe já se perguntou: por que seus filhos não param de repetir certos comportamentos mesmo depois de severas chamadas de atenção e até broncas? Por que não para de provocar a irmã mais nova? Por que teima em não fazer a lição de casa, mesmo sabendo que pode levar um castigo por isso? Nessas horas, a questão que realmente fica: será que não ando dando limites o suficiente para o pequeno? Será que devo ser mais firme com relação a esses limites e as consequências de não os respeitar?


Bom, na verdade, muitas vezes os limites e consequências estão claros o suficiente, mas a criança está um tanto atracada ao sentimento em questão: provocar a irmãzinha ou teimar que não quer ou não gosta de fazer lição de casa. Isso parece um comportamento estranho, mas pense quantas vezes nós mesmos, adultos, não ficamos aprisionados a um comportamento ruim até sermos capazes de lidar melhor com ele ou neutralizá-lo. Então, obviamente isso também acontece com as crianças e num nível mais básico de aprendizado.


Há um consenso entre os psicólogos especializados em crianças: a habilidade infantil de lidar e regular emoções — expressando-as de uma maneira construtiva e não nociva e impulsiva — é um fator decisivo para a saúde mental da criança e a forma como se formará na idade adulta.


O controle das próprias emoções faz com que a criança tenha melhoras em todas as áreas de sua vida: faz com que se concentrem mais, sejam perseverantes e se deem melhor na escola. São mais capazes de resolver conflitos com outros coleguinhas e possuem um nível menor de estresse psicológico. São mais bem-comportadas e capazes de colocarem-se no lugar do outro. Quando os pais ajudam e ensinam seus filhos a regularem suas emoções estão, na verdade, também os ajudando a construir o seu temperamento. É preciso ensinar a criança a sempre que precisar falar de um problema, que faça isso com calma e serenidade.


Mas saber regular as próprias emoções é muito mais do que lidar com o estresse ou raiva, é ser capaz de lidar positivamente com seus sentimentos. Nós queremos que nossos filhos tenham suas emoções, mas que não se deixem arrebatar por elas. Queremos que eles se sintam desmotivados, mas não ao ponto de desistir; queremos que sintam ansiedade, mas não ao ponto de ficar o dia inteiro debaixo das cobertas; queremos que sintam entusiasmo, mas não ao ponto de deixarem-se levar irracionalmente por isso.


Por isso, o aprendizado durante a infância de como lidar com as próprias emoções é tão importante. Uma criança que se sente segura de que sempre será ouvida por seus pais sobre seus problemas tende a deixar-se levar menos pelas próprias emoções, justamente por saberem que há um porto seguro para ampará-las. Quando uma criança sabe que seus sentimentos serão ouvidos e compreendidos, eles se tornam menos urgentes para ela, levando-a a controlá-los com mais equilíbrio. Por isso, o papel dos pais nesse diálogo de empatia e educação com seus filhos é tão importante. Para torná-los um adulto mais pleno e consciente de si.

Como a maternidade modifica o cérebro das mães?


Aquele famoso instinto maternal da qual tanto ouvimos falar não é força de expressão: pesquisas científicas comprovam que a maternidade modifica o cérebro da mamãe, desde o final do período gestacional. Estudos relacionados a esse processo biológico não só ajudam a ciência a entender o que motiva o cuidado que as mães dispensam a seus bebês, como também auxiliam no tratamento de alguns problemas psíquicos que podem decorrer, como por exemplo, a depressão pós-parto.


De fato, o tamanho do cérebro da mamãe aumenta logo após o parto. Em 2010, uma pesquisa da Universidade de Yale realizou tomografias computadorizadas no cérebro de 19 mamães logo antes e logo depois de darem à luz. Os resultados demonstraram um leve aumento de massa encefálica em todas as voluntárias. As mesmas mamães fizeram outra tomografia depois de 1 mês e os resultados foram reveladores: aquelas que sofriam de algum distúrbio psíquico recorrente ao pós-parto não tiveram aumento da massa encefálica, ao contrário daquelas mães que responderam positivamente ao início da maternidade.


O período logo após o nascimento é crucial para a nova mãe. De acordo com os pesquisadores, elas desenvolvem habilidades e sensibilidades relacionadas à maternidade durante os primeiros meses de vida do bebê, fazendo com que o cérebro se modifique. As áreas cerebrais que tiveram um aumento de massa cinzenta foram: o hipotálamo, amígdala cerebelosa, lobo parietal e o córtex pré-frontal. Essas são regiões responsáveis pelas emoções, razão e juízo, além dos sentidos.


Os pesquisadores de Yale também concluíram que esse aumento da massa cinzenta das mães gera a motivação emocional e racional de que elas precisam para cuidar de seus recém-nascidos, além de estar ligado a uma maior produção de leite materno. A pesquisa também concluiu que o instinto e comportamento maternais são fomentados por um sistema de prazer direcionado pelo cérebro, ajudando na produção de dopamina, neurotransmissor que causa a sensação de bem-estar.